¨¥ tratado completo e irrestrito sobre a loucura

escrito por fap em 17 de Novembro de 2008

a loucura faz par com a genialidade

∆π aparelho para a criação de pequenos buracos negros

escrito por fap em 17 de Novembro de 2008

aparato abismal para a criação de pequenos buracos negros

∆ˆseres abismais em processo de contemplação

escrito por fap em 17 de Novembro de 2008

estado de contemplação – abertura ao fenômeno

ˇ¥ esgotamento de paciência [ep]

escrito por fap em 17 de Novembro de 2008

 esgotamento de paciência

nibiru surtopia 2012 tem rendido bons frutos

entretanto não é o tema do post abismo presente. impressiona a capacidade humana de facilmente se bestializar e se perder. a valoração do marketing é índice deste processo egocêntrico. ninguém mais aceita provocações divagais. desde sócrates tem sido assim. sócrates pagou o preço através da cicuta. outros pagam de outras maneiras. gente editando vídeo corporativos de maneira totalmente abismal se dizem profissionais e criticam quem filma orelhas. os primeiros deus – louvado seja seu nome – há de perdoar. os segundos já estão perdoados de antemão

o pessoal deveria estudar um pouco antes de emitir opiniões (dexa)

}+ dawn pure - computer blood

escrito por fap em 15 de Outubro de 2008

dawn pure

mais um braço do pmdn: dawn pure, debil:idade conduzida pelo alemãozinho e pelo mano primo rumando ao abismo sem volta.

o rumo pra essa espiral abismalóica está aqui: http://www.myspace.com/dawnpure

dawn pure
dawn pure

%¨ virada cultural 2008 [ainda!] quadrifluorophosphate plano

escrito por fap em 8 de Outubro de 2008

virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
artur matuck [matuckinho] abismando junto ao quadrifluorophosphate plano. na verdade era dentro

virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
mais espiral matuckiana

virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil
virada cultural 2008 pmdn +zero do brasil

finalmente o cd com as fotos da bruna do pmdn +zero do brasil na virada cultural 2008 da cidade de são paulo com o abismo quadrifluorophosphate plano abriu em um microcomputador assim aqui estão as imagens!

¨% quebrando pra brasília

escrito por fap em 1 de Outubro de 2008

quebrandro pra brasília - lulete

entre um abismo e outro, estarei em brasília de 02/10/2008 à 05/10/2008, por ocasião do 7. encontro internacional de arte e tecnologia: para compreender o momento atual e pensar o contexto futuro da arte. tal evento se dará no museu nacional do complexo cultural da república.

apresentarei texto espiral intitulado “o acaso e a criação de novos caminhos estéticos para a arte digital”. o cronograma pode ser visto aqui e a espiral lida aqui!

geral com a mão pra cima

*& para a comissão de arte do simpósio

escrito por fap em 30 de Setembro de 2008

organograma da comissão de arte do simpósio

seguinte: as bestial:idades mentais pensam que fomos vencidos, mas não fomos. nibiru surtopia se aproxima. a flecha do tempo é inexorável. estamos tentando lidar com isso. prova é nossa participação com textolatria abismal no II simpósio da abciber - associação brasileira de pesquisadores em cibercultura, do cencib - centro interdisciplinar de pesquisas em comunicação e cibercultura. segue resumo espiral

– no word –

EXPERIÊNCIAS DIGITAIS COM A LIBERDADE

pmdn +zero do brasil

Fabrizio Augusto Poltronieri – Centro Universitário SENAC / PUC-SP

Raphael Dall’ Anese Durante – Universidade Presbiteriana Mackenzie

Pr (Bi/A) = Pr (Bi) Pr (A/Bi)
Pr (Bk/A) Pr (Bk) Pr (A/Bk)

(Thomas Bayes – Teorema de Bayes)

Toma-se o pmdn +zero do brasil[1]; que constitui-se em: pesquisa aberta, ininterrupta e contínua – como um abismo – que toma como objeto o diálogo dialógico e não hierárquico. Nos referimos à abismo por considerarmos esta terminologia conceito-hipótese mais plausível do que a metáfora desgastada do labirinto adotada por muitos autores[2]. Este plano, que em seu lado exterior mostra-se como produção artística digital (pad), reflete sobre o acaso e sobre as experiências de alteridade com o outro. Não detendo-se ao discurso do método como modo de diretriz estética rumo a Verdade. Devemos assenhorarmo-nos da Dúvida flusseriana[3] – tomando-a como modelo para o pensamento categorial contemporâneo –, de maneira a possibilitar o espelhamento e a contemplação. Considerando a Dúvida em oposição às certezas metodológicas modernas e observando-a como fundamento para a investigação intelectual e artística sem chão[4].
O aparelho, objeto estranho, por ser objeto artificial, modelado pelo homem, elemento essencial à produção artística digital, é um ser em oposição. E é como tal que funciona: aparelho-fera. É um ser que assumiu uma posição que é oposição: uma posição negativa. É um ser que nega. É por isso que reflete: o real. Reflete, nega e engana; seduz. As respostas que o aparelho articula em seu jogo são todas negativas. Refletir é negar, e isto é a sua estrutura. Os códigos programados em seu Programa confirmam esta afirmativa: o real nega. As possibilidades distribuídas fortuitamente pelo acaso, também negam. Não deve portanto surpreender que o fundamento do aparelho seja o nada, essa fonte de toda negação possível. O fundamento do aparelho são os sistemas caóticos de não-equilibrio: caos é puro nada[5]. Por isso, desta brincadeira com o nada, surge a liberdade.
O pmdn +zero do brasil é, assim como o aparelho, um ser em oposição. E é como tal que funciona. É um ser que assumiu uma posição que é oposição: uma posição negativa (pn). É um ser que nega. É por isso que reflete: o real. Reflete, nega e engana; seduz. Não deve portanto surpreender que o fundamento do pmdn +zero do brasil seja o nada, essa fonte de toda negação possível. E, portanto, de toda liberdade possível.
Neste trabalho-texto (tt) pretende-se discutir as conseqüências do acaso nos processos de criação envolvidos nas artes digitais, caracterizadas essencialmente pelo jogar lúdico com aparelhos. Este jogo lúdico – sedutor, que configura a produção artística digital abismal relativa ao pmdn +zero do brasil –, parte de uma concepção de jogo programático (jp) que possibilita o flerte aberto com a liberdade, visto que liberdade é jogar contra o aparelho[6].
Acaso, acidente, eventualidade, imprevisto, inesperado, fortuna, sorte, ventura, são sinônimos que podemos adotar para liberdade: um modo fortuito e despreocupado de existir.
A programação, que em seu aspecto formal apresenta-se sob o modo de ser do discurso, portanto segundo mediado – que constitui-se como terceiro –, é lei transformada em palpite por estar incondicionalmente sob o julgo do acaso, primeiro. Esse processo é explicado pela tentativa insuficiente do código de programação tender, mas não realizar, a exatidão. Quem programa de maneira desavisada busca refletir uma realidade objetiva; neste ponto nos encontramos em encruzilhada filosófica; é preciso selecionar um discurso a ser seguido, se a objetividade desprovida da vontade de Schopenhauer ou se o desejo e potência da vontade de Nietzsche.
Abandonaremos a encruzilhada sem propor reparo. Pois é do universo factual que o acaso criou as leis para poder, ele, em sua ira, quebrá-las. Para o acaso a decisão tanto faz. Partimos de um plano de possibilidades infinitas (∏) para esta análise. Para ilustrar: se um dado fosse marcado com um determinado algarismo ou número de pintas em quatro de suas faces e com outro algarismo ou número de pintas nas duas faces restantes, seria mais provável voltar-se para cima uma das primeiras que das segundas; mas, se tivesse mil faces marcadas do mesmo modo e apenas uma diferente das outras, a probabilidade seria muito maior, e mais firme e segura a nossa crença ou expectativa na determinação do fenômeno.
Talvez esse processo mental ou raciocinativo pareça trivial, mas para quem o considera mais a fundo ele pode dar margem a interessantes especulações. Passamos, deste modo, a considerar como igualmente provável o voltar-se de qualquer das faces para cima. E nos parece que está nesta operação a verdadeira natureza da liberdade, ou do acaso: tornar perfeitamente iguais e equiprováveis a determinação de qualquer possibilidade pré-inscrita no programa do aparelho. Aqui consiste a pressuposição da necessidade. A determinação de toda e qualquer possibilidade se dá ao acaso, por necessidade, num esforço para descobrir potencialidades até então ignoradas.
Embora dando preferência ao mais usual e acreditando na determinação de uma possibilidade, não devemos esquecer todas as outras: é preciso dar a cada uma delas um peso e autoridade particular, conforme haja mostrado com freqüência no passado. Talvez seja esse o modo de ser do jogo entre homem e aparelho; este eterno retorno (er) num empenho repetitivo para a realização do objetivo: esgotar as possibilidades. Aparelho é brinquedo e não instrumento no sentido tradicional. E o homem que o manipula não é trabalhador, mas jogador. E tal homem não brinca com seu brinquedo, mas contra ele. Procura esgotar-lhe o programa. Desta maneira, aparelho implica em automação e jogo. Esse jogo, do homem contra o aparelho implica em variáveis, sendo estas: possibilidade, probabilidade e necessidade, pois estão implícitas no modo de ser desse jogo.
Acolhemos o exemplo do dado expandido (de)[7] como mera ilustração já que este não constitui-se como aparelho. Imaginemos, agora, um espaço de apresentação infinito, determinado pelas memórias digitais. Este espaço não está limitado fisicamente como o dado expandido (de). Por ser espaço infinito as possibilidades são exponencialmente aumentadas. Desta constatação surge a percepção de que os aparelhos digitais (microcomputadores) não configuram-se como espaço da determinação labiríntica, mas sim da indeterminação apresentada pela queda livre abismal. Cair no abismo é entregar-se à liberdade proporcionada pelos aparelhos digitais. A arte, produção e fruição, se determina durante a queda.
A arte digital, jogo lúdico, ocorre pela permutação livre, necessariamente regida por regras, de símbolos codificados nos brinquedos assim chamados: C++ (néctar supremo), Java, Python, Ruby, Javascript, Processing, Max/Msp, PureData, openFrameworks, GCC e toda miríade vasta de compiladores e interpretadores encontrados nas lojas de brinquedos espalhadas pela rede – alucinação coletiva digital, na qual a humanidade se conecta.
Artista digital (ad) é jogador que codifica nestes brinquedos. Mero funcionário é aspirante ao jogo, que simplesmente não mergulha na experiência completa da liberdade: somente surfa – surf alucinado, deslumbrado. Artista-jogador-digital-engajado é mergulhador abismal oceânico (mao), com pulsão de descobrir o que o mero surf alucinado, deslumbrado, não possibilita, por ser pensar raso, que não perde seu chão.
A arte digital se apresenta como via estética de escape à hedionda premonição, realizada décadas atrás pelos Nostradamus de vigília das ciências humanas, mentes aprisionadas em teoréticas concebidas por nomes da escola frankfurtiana[8]. Premonição esta que ainda nos ronda, como um pesadelo a nos dizer que estamos completamente subjugados pelo cérebro maquínico – mente cartesiana agrilhoada pela certeza moderna.
Não obstante, o pmdn +zero do brasil vem jogar luz potente – capaz de cegar os desavisados –, nas relações contemporâneas entre arte digital e programação, visto ser formado por jogadores que programam e constróem os aspectos duros hardware e os fluídos software utilizados para queda abismal live. O trabalho-texto (tt), aqui resumido, decididamente efetua mapeamento das categorias da contemporaneidade, de acordo com o apelo legado por Flusser em conclusão dramática de seu texto sobre a Filosofia do aparelho[9]. Súplica esta, despercebida pelas mentes que apenas realizam fichamento de sua obra. Urge uma Filosofia do aparelho para que a práxis programática – modo de ser deste – seja revelada. A conscientização com relação a tal práxis é necessária porque, sem ela, jamais captaremos as aberturas para a liberdade na vida do funcionário dos aparelhos, ressaltada a importância da transmutação da figura de funcionário para artista-jogador-digital-programador alforriado.

Referências bibliográficas (rb):

IBRI, Ivo Assad. Kósmos Noêtós: a arquitetura metafísica de Charles S. Peirce. São Paulo: Editora Perspectiva: Hólon, 1992.
FLUSSER, Vilém. A dúvida. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999.
_______________. A história do Diabo. São Paulo: Annablume, 2008.
_______________. Bodenlos: uma autobiografia filosófica. São Paulo: Annablume, 2007. (Coleção Comunicações).
_______________. Filosofia da caixa preta: ensaio para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.

1 plano maior de dominação napoleônica +zero do brasil – www.maiszero.org
2 Ao longo do texto final, desenvolveremos este conceito de acordo com Flusser, 2008.
3 Flusser, 1999.
4 Vide Flusser, 2007.
5 Peirce apud Ibri, 1992:35.
6 De acordo com Flusser, 2002.
7 de: operação mental que concebe um dado com mil faces.
8 A este tipo de mente é vedado o acesso à liberdade proporcionado pelo aparelho-fera.
9 Flusser, 2002.

nibiru

%$ nibiru surtopia2012: abismos dialógicos/diabólicos flusserianos

escrito por fap em 19 de Setembro de 2008

surtopia2012: abismos dialógicos/diabólicos flusserianos
surtopia2012: abismos dialógicos/diabólicos flusserianos
surtopia2012: abismos dialógicos/diabólicos flusserianos
surtopia2012: abismos dialógicos/diabólicos flusserianos

– SURTOPIA MATUCKIANA 2012 NO WORD — {artur matuck arrived on surtopiatic projekt}

NibiruShock2012 causou um estardalhaço na internet quando publicou no YouTube dois vídeos que continham fotos do suposto Planet X/Nibiru/Hercolubus. Estas fotos teriam sido tiradas num observatório localizado na Antártida. Logo após a publicação deste supostos vídeos, que pareciam autênticos, dois novos vídeos foram publicados pelo mesmo autor, o primeiro dizendo que os vídeos anteriores eram um Hoax (falso) e o segundo dando a entender que se tratava de uma grande piada, ou seja, os dois últimos vídeos foram postados para que as pessoas desacreditassem totalmente nas primeiras fotos “oficiais” do Planet X/Nibiru/Hercolubus.

O site Yowusa.com fez uma investigação e constatou que os dois primeiros vídeos que você vai ver abaixo são realmente verdadeiros. A razão para a publicação em seguida de dois vídeos falsos seria porque NibiruShock2012 foi pressionado pelas autoridades (governos) para que rapidamente desmentisse a autenticidade das fotos do Planet X/Nibiru/Hercolubus. As autoridades (governos) estão em pânico, pois não sabem o que fazer diante dos acontecimentos que estão para ocorrer na Terra nos próximos 4 anos. Obviamente que eles não vão alertar a população, mas por outro lado eles estão cuidando de salvar sementesbases subterrâneas. e principalmente algumas pessoas “importantes” em

Então, segundo dezenas de fontes confiáveis, as fotos que você vai ver abaixo são de fato do Planet X/Nibiru/Hercolubus que está se aproximando da Terra e, juntamente com o evento do alinhamento galáctico previsto para o fim de 2012, vai ser o responsável pela “renovação” da Terra, ou seja, pela destruição do planeta para que ocorra a posterior transformação de mundo de “provas e expiações” para mundo “regeneração”, ou como alguns chamam, entrar no mundo de quinta dimensão, saindo da atual terceira.

Vale lembrar que são muitas as fontes que dão crédito para a existência do Planet X/Nibiru/Hercolubus. Desde cientistas, passando por diversas civilizações antigas, religiões, e principalmente mentores espirituais e cósmicos. Todos afirmam que o Planet X/Nibiru/Hercolubus é real e de fato está vindo em nossa direção para realizar a “limpeza” física e espiritual na Terra.

– no word –

enquanto aguardamos 2012, sai essa primeira da primeira da primeira versão alphinha do software mágico surtopia2012. no momento só permite a livre manipulação [jogar] dos círculos, que podem ser reposicionados e redimensionados com o botãozinho direito de vosso mouse. em breve o alinhamento intergalático interestelar irá se completar e surtopia2012 será lançado com todo estardalhaço no cosmos quântico peirceano de ibri. clique em qualquer das imagens acima para acessar o abismo em estágio alphinha. realizado em processing. a programação está toda decupada e comentada por vilém flusser e pode ser encontrada em: www.vilemflusser.com.br

nibiru
nibiru
nibiru artur matuck

SURTOPIA 2012

escrito por dall'anese em 17 de Setembro de 2008

aguardamos, ansiosamente, o momento da surtopia plena. momento de transtorno, deslumbre cósmico: a verdadeira experiência do sublime (VES). suspensão de juizo abismalóide será necessária; surtopia 2012. devemos crer, incondicionalmente e inconsequentemente, nas palavras Dele, pois Ele é a Verdade. devemos ser, neste momento de glória triunfal, indivíduos em queda livre; rumo ao abismo profundo que nos levará à condição do puro sujeito do conhecer (PSC). a partir de então, teremos acesso irrestrito à Verdade Total. surtopia

*( surtopia matuckiana elevada: visita:espaçosideral

escrito por fap em 16 de Setembro de 2008

preto velho

artur matuck arrived

surtopia em alto nível: visita:espaçosideral

por hora é esta a revelação. vamos aguardar um pouco mais

insanity is a full time job

– no word –

História – As grandes metrópoles do período colonial: Portugal, Espanha, Inglaterra, França, etc; subjugaram nações africanas, fazendo fazendo dos negros mercadorias, objetos sem direitos ou alma. Os negros africanos foram levados a diversas colônias espalhadas principalmente nas Américas e em plantações no Sul de Portugal e em serviços de casa na Inglaterra e França. Os traficantes coloniais utilizavam-se de diversas técnicas para poder arrematar os negros: Chegavam de assalto e prendiam os mais jovens e mais fortes da tribo, que viviam principalmente no litoral Oeste, no Centro-oeste, Nordeste e Sul da África. Trocavam por mercadoria: espelhos, facas, bebidas, etc. Os cativos de uma tribo que fora vencida em guerras tribais ou corrompiam os chefes da tribo financiando as guerras e fazendo dos vencidos escravos. No Brasil os escravos negros chegavam por Recife e Salvador, nos séculos XVI e XVII, e no Rio de Janeiro, no século XVIII.XVIII. Os primeiros grupos que vieram para essas regiões foram os bantos; cabindos; sudaneses; iorubás; geges; hauçá; minas e minas e malês. A valorização do tráfico negreiro, fonte da riqueza colonial, custou muito caro; em quatro séculos, do XV ao XIX, a África perdeu, entre escravizados e mortos 65 a 75 milhões de pessoas, e estas constituiam uma parte selecionada da população. Arrancados de sua terra de origem, uma vida amarga e penosa esperava esses homens e mulheres na colônia: trabalho de sol a sol nas grandes fazendas de açúcar. Tanto esforço, que um africano aqui chegado durava, em média, de sete a dez anos! Em anos! Em troca de seu trabalho os negros recebiam três “pês”: Pau, Pano e Pão. E reagiam a tantos tormentos suicidando-se, evitando a reprodução, assassinando feitores, capitães-do-mato e proprietários. Em seus cultos, os escravos resistiam, resistiam, simbolicamente, à dominação. A “macumba” era, e ainda é, um ritual de liberdade, protesto, reação à opressão. As rezas, rezas, batucadas, danças e cantos eram maneiras de aliviar a asfixia da escravidão. A resistência também acontecia na fuga das fazendas e na formação dos quilombos, onde os negros tentaram tentaram reconstituir sua vida africana. Um dos maiores quilombos foi o Quilombo dos Palmares onde reinou Ganga Zumba ao lado de seu guerreiro Zumbi (protegido de Ogum). Os negros que se adaptavam mais facilmente à nova situação recebiam tarefas mais especializadas, reprodutores, caldeireiro, carpinteiros, tocheiros, trabalhador na casa grande (escravos domésticos) e outros, ganharam alforria pelos seus senhores ou pelas leis do Sexagenário, do Ventre livre e, enfim, pela Lei Áurea. A Legião de espíritos chamados “Pretos-Velhos” foi formada no Brasil, devido a esse torpe comércio do tráfico de escravos arrebanhados da África. Estes negros aos poucos conseguiram envelhecer e constituir mesmo de maneira precária uma união representativa da língua, culto aos
Orixás e aos antepassados e tornaram-se um elemento de referência para os mais novos, refletindo os velhos costumes da Mãe África. Eles conseguiram preservar e até modificar, no sincretismo, sua cultura e sua religião. Idosos mesmo, poucos vieram, já que os escravagistas preferiam os jovens e fortes, tanto para resistirem ao trabalho braçal como às exemplificações com o látego. Porém, foi esta minoria o compêndio no qual os incipientes puderam ler e aprender a ciência e sabedoria milenar de seus ancestrais, tais como o conhecimento e emprego de ervas, plantas, raízes, enfim, tudo aquilo que nos dá graciosamente a mãe natureza. Mesmo contando com a religião, suas cerimônias, cânticos, esses moços logicamente não poderiam resistir à à erosão que o grande mestre, o tempo, produz sobre o invólucro carnal, como todos os mortais. Mas a mente não envelhece, apenas amadurece. Não podendo mais trabalhar duro de sol a sol, constituíram-se a nata da sociedade negra subjugada. Contudo, o peso dos anos é implacavelmente destruidor, como sempre acontece. O ato final da peça que encarnamos no vale de lágrimas que é o planeta Terra é a morte. Mas eles voltaram. A sua voltaram. A sua missão não estava ainda cumprida. Precisavam evoluir gradualmente no plano espiritual. Muitos ainda, usando seu linguajar linguajar característico, praticando os sagrados rituais do culto, utilizados desde tempos imemoriais, manifestaram-se em indivíduos previamente selecionados de acordo com a sua ascendência (linhagem), costumes, tradições e cultura. Teriam que possuir a essência intrínseca da civilização que se aprimorou após incontáveis anos de
vivência. Formação da Falange dos Pretos-Velhos na Umbanda – Depois de mortos, passaram a surgir em lugares adequados, principalmente para se manifestarem. Ao se incorporarem, trazem os Pretos-Velhos os sinais característicos das tribos a que pertenciam. Os Pretos-velhos são nossos Guias ou Protetores, mas no Candomblé, são considerados Eguns (almas desencarnadas), e e decorrente disso, só têm fio de conta (Guia)
na Umbanda. Usam branco ou preto e?branco. Essas cores são usadas porque, sendo os Pretos-Velhos almas de escravos, lembram que eles só podiam andar de branco ou xadrez preto e branco, em sua maioria. Temos também a Guia de lágrima de Nossa Senhora, semente cinza com uma palha dentro. Essa Guia vem dos tempos dos cativeiros, porque era o material mais fácil de se encontrar na época dos escravos, cuja planta era encontrada em quase todos os lugares. O dia em que a Umbanda homenageia os Pretos-Velhos é 13 de maio, que é a data em que foi assinada a Lei Áurea (libertação dos escravos). NOMES DOS PRETOS-VELHOS – Há muita controvérsia sobre o fato de o nome do Preto-Velho ser uma miscelânea de palavras portuguesas e africanas. Voltemos ao passado, na época que cognominamos “A Idade das Trevas” no Brasil, dos feitores e senhores, senzalas e quilombos, sendo os senhores feudais brasileiros católicos ferrenhos (devido à influência portuguesa) não permitiam a seus escravos a liberdade de culto. Eram obrigados a aprender e praticar os dogmas religiosos dos amos. Porém eles seguiram a velha norma: contra a força não? há resistência,só a inteligência vence. Faziam seus rituais às ocultas, deixando que os déspotas em miniatura acreditassem estar eles doutrinados para o catolicismo, cujas cerimônias assistiam forçados. As crianças escravas recém-nascidas, na época, eram batizadas duas vezes. A primeira,
ocultamente, na nação a que que pertenciam seus pais, recebendo o nome de acordo com a seita. A segunda vez, na pia batismal católica, sendo esta obrigatória e nela a criança recebia o primeiro nome dado pelo seu senhor, sendo o sobrenome sobrenome composto de cognome ganho pela Fazenda onde nascera (Ex.: Antônio da Coroa Grande), ou então da região africana de onde vieram (Ex.: Joaquim D’Angola). D’Angola). O termo “Velho”, “Vovô” e “Vovó” é para sinalizar sua experiência, pois quando pensamos em alguém mais velho, como um um vovô ou uma vovó subentendemos que essa pessoa já tenha vivido mais tempo, adquirindo assim sabedoria, paciência, compreensão. É baseado nesses fatores que as pessoas mais velhas aconselham. No mundo espiritual é bastante semelhante, a grande característica dessa linha é o conselho.? É devido a esse fator que carinhosamente dizemos que são os “Psicólogos da Umbanda”. Eis aqui, como exemplo, o nome de alguns Pretos-Velhos – Pai Cambinda (ou Cambina), Pai Roberto, Pai Cipriano, Pai João ,Pai Congo, Pai
José D’Angola, Pai Benguela, Pai Jerônimo, Pai Francisco, Pai Guiné, Pai Joaquim, Pai Antônio, Pai Serafim, Pai Firmino D’Angola, Pai Serapião, Pai Serapião, Pai Fabrício das Almas, Pai Benedito, Pai Julião, Pai Jobim, Pai Jobá, Pai Jacó, Pai Caetano, Pai Tomaz, Pai Tomé, Pai Malaquias, Pai Dindó, Vovó Maria Conga, Vovó Manuela, Vovó Chica, Vovó Cambinda (ou Chica, Vovó Cambinda (ou Cambinda (ou Cambinda (ou
Cambina), Vovó Ana, Vovó Maria Vovó Maria Maria Redonda, Vovó Catarina, Vovó Luiza, Vovó Rita, Vovó Gabriela, Vovó Quitéria, Vovó Gabriela, Vovó Quitéria, Gabriela, Vovó Quitéria, Vovó Quitéria, Quitéria, Quitéria, Vovó Mariana, Vovó Maria da Serra, Vovó Maria de Serra, Vovó Maria de Minas, Vovó Rosa da Bahia, Vovó Maria do Rosário, Rosário, Rosário, Vovó Benedita. Obs: Normalmente os Pretos-Velhos tratados por Vovô ou Vovó são mais ?velhos? do que aqueles tratados por Pai, Mãe, Tio ou Tio ou Tia).

– landscript –

montagem

DI: ainda não

escrito por paulao13 em 11 de Setembro de 2008

paulão 13

São Paulo, 11 de setembro de 2008.

Caros Compatriotas,

Muitos tem enviado emails para o altíssimo comando napoleônico interestelar (ACNI) questionando sobre o que aconteceu com as atividades específicas do pmdn +zero do brasil. Não aconteceu nada. A altíssima cúpula ainda não decreto a DI e os meninos continuam trabalhando insanamente.

Logo teremos mais divulgações abismais. Principalmente novidades sobre o conceito de acaso.

Enquanto isso, a resposta para tudo se encontra, definitivamente, aqui: http://www.vilemflusser.com.br

Sem mais para o momento e com votos de saúde, paz, felicidade, sucesso e prosperidade a você e aos seus,

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

&) alteração imediata de nome (AIdN)

escrito por fap em 8 de Setembro de 2008

plano maior de dominação napoleônica

o supremo e incontestável conselho maior napoleônico (CMN) delibera que:

* a partir do presente comunicado, o projeto antes conhecido como +zero e depois como +zero (a.k.a. +zero do brasil), passa a chamar-se “pmdn +zero do brasil

pmdn = plano maior de dominação napoleônica

assim, todo e qualquer material referente a este projeto a partir desta data deve levar este nome

PMDN +ZERO DO BRASIL

(+ vilém flusser passa a atualizar blog

escrito por fap em 7 de Setembro de 2008

vilém flusser

graças aos aparelhos pós-industriais, vilém flusser passa a atualizar blog:

www.vilemflusser.com.br

recuperação de memória como em neuromancer. parte do projeo cea2vfdb - centro de estudos abismais avançados vilém flusser do brasil

Circuitos de ferragem suave para Pedalagem Efeitosa

escrito por regis em 3 de Setembro de 2008

Painel

acima vemos o painel do software por detrás do pedal de efeitagem do +zero do brasil. se você não tiver o hardware pode só operar no nível do software. todos os efeitos estão em linha para um resultado mais abissal. mais detalhes qdo publicarmos o código em pd.

abaixo vemos o funcionamento interno do pogramete. é a parte mais bonita, mas está escondida do público, pois esse costuma fazer cagada quando não entende do assunto.

Circuitos

/^ estéticas tecnológicas - novos modos de sentir (lucia santaella, priscila arantes, orgs.)

escrito por fap em 1 de Setembro de 2008

estéticas tecnológicas - novos modos de sentir

enquanto não sai o grande livro do pmdn: +zero do brasil enfrentando 2012 e a surtopia,  com prefácio de glauber rocha, apresentamos o volume “estéticas tecnológicas - novos modos de sentir”, organizado pelas professoras lucia santaella e priscila arantes. trata-se de volume coletânea recém-lançado, trazendo textos que foram apresentados por ocasião do congresso internacional “estéticas tecnológicas - arte-ciência, computadores vestíveis, games”, realizado em junho de 2006 na puc-sp. eu participo com um artigo, intitulado “o jogo do parangolé: relações entre a antiarte e a estética dos games”. e assim o pmdn vai mostrando ao que veio

*¨ painelismo

escrito por fap em 1 de Setembro de 2008

painel de controle dácio navalha pedais espiralóicos do brasil

recebemos no sábado este projeto diretamente de dácio navalha. trata-se de algo para controlar pedais espiralóicos. estamos ainda tentando decifrar

%$ carta aberta do +zero do brasil ao prof. dr. marcos rizolli

escrito por fap em 27 de Agosto de 2008

carta aberta do +zero do brasil ao prof. dr. marcos rizolli

carta abertíssima ao prof. dr. marcos rizolli

dácio navalha pedais abismalóides do brasil > sábado; 23/08/08

escrito por dall'anese em 26 de Agosto de 2008

dia de alegrias mil>abismoabismoabismoabismoabismoabismo

©ˇ novíssimas diretrizes

escrito por fap em 22 de Agosto de 2008

sérgio bairon
novas diretrizes

ontem recebemos do altíssimo comando napoleônico, primeiro batalhão de execução do plano maior de dominação napoleônico [pmdn], as novas diretrizes do plano maior de dominação napoleônico [pmdn]. o documento é complexíssimo, especificando em detalhes minusciosos todas as etapas da dominação, de modo completamente diagramático. é claro que o conteúdo, em sua íntegra, deve permanecer em sigilo napoleônico. portanto, divulgamos apenas esta página, das mais de 100 mil que formam as novas diretrizes. esta página é uma das mais simples, e descreve o início primaveril das negociações napoleônicas com vilém flusser para a implementação do anarco sindicalismo flusseriano. o diagrama aqui divulgado relata o momento em que vilém flusser faz o movimento de saudação em direção a napoleão bonaparte

sérgio bairon