poema antifônico não teleológico | quadrifluorophosfate plano











fotos sylvia matsuda.
geral com a mão pra cima!
ai estão as primeiras fotitas da apresentação de 5 horas do +zero do brasil na virada cultural 2008 da cidade de são paulo, com o projeto quadrifluorophosphate plano.
nossa participação foi muito bacana, apesar de ter sido extremamente cansativo todo o processo, tanto o processo de construção das pipas (caixas, boxes), quanto a montagem, a apresentação e a desmontagem.
queremos agradecer a naomi por estas fotos, ao marcelo do sesc, ao pessoal dos projetores, aos seguranças e aos montadores que auxiliaram no processo!
desde a semana passada está entre nós um módulo sonar produzido pela tato equipamentos eletônicos. o mesmo está devidamente interfaceado com o arduino ng que o aliado german deixou aqui em sua última passagem por este país tropical abençoado por deus e bonito por natureza.
o interfaceamento arduinístico é muito simples. é ligar o ground, o 5v e o pino de saída do módulo sonar em uma entrada digital arduinesca. o módulo sonar também é equipado com um pino de entrada, que serve como on/off, mas o mesmo não está sendo utilizado por nós no momento.
em comparação com o ping))), o sensor ultrasônico da parallax, o módulo sonar da tato é muito mais impreciso e menos sensível. o range do módulo sonar é mais limitado. em sua última passagem por este país tropical abençoado por deus e bonito por natureza, o aliado german trouxe seu ping))) parallax e efetuamos diversos testes com o mesmo.
mas para o uso que queremos, por enquanto, o módulo sonar está bom.
não tem fotos no post pq simplesmente sumiu o carregador da bateria da câmera, o que tem impossibilitado alimentar o blog com fotos. já foi solicitada a são longuinho a aparição do carregador.
segue o código que alimenta o arduino para a leitura do módulo sonar. trata-se de uma adaptação de um código disponibilizado para o ping))):
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unsigned long echo = 0;
int pino = 8;
unsigned long valorUltrasom = 0;
void setup()
{
Serial.begin(9600);
pinMode(pino,OUTPUT);
}
unsigned long ping(){
pinMode(pino, INPUT);
echo = pulseIn(pino, HIGH);
valorUltrasom = (echo * 34);
valorUltrasom = valorUltrasom / 2;
valorUltrasom = valorUltrasom / 1000;
return valorUltrasom;
}
void loop()
{
int x = 0;
x = ping();
Serial.print(x, BYTE);
delay(250);
}
a viscolycra apareceu para nós.
10 kg de viscolycra pra recobrir o quadrifluorophosphate plano.
teste de projeção.
geral.
geral!! o cedrinho para a construção da estrutura do quadrifluorophosphate plano está entre nós… esse finde o alemãozinho e o alemão vão dar uma ripa nisso.

anunciamos mais um passo na dominação planetária, no plano napoleônico de dominação do +zero: agora temos um quinto integrante oficial. trata-se do sr. german alfonso nuñez canabal adaid jr. brasileiro residente em londres, onde pesquisa tranqueiragens digitais em seu phd pela university of the arts london. pdc!
muitos nos indagam sobre o aspecto manifesteiro do +zero. assim, o régis preparou uma resposta:
o +zero disse q não faz manifesto pq o +zero é niilista! qquer coisa q vc falar q a gente faz a gente fala q não faz. qdo falam q a gente faz performance a gente diz q não, qdo falam q a gente faz arte a gente diz q não. +zero é uma atitude neo-dadá perante a arte e a sociedade. não nos interessa evocar conceitos consagrados, a gente subverte a tradição, nega o passado, o futuro e eventualmente o presente. +zero é sabonete: qdo vc tenta explicar ele escapa. somos neo-zenbudistas. explicamos pelo não-explicar. não somos “neo” nada! neo é novo e o +zero nega o novo. não nos interessa a novidade, já q a busca pelo novo foi fundada pelos modernistas no começo do século XX. a busca pelo novo é, portanto, ultrapassada. somos adeptos do pan-tudismo, não-movimento pós-pós-moderno iconoclasta niilista antropofágico aleatório determinístico.
pdc! no pião de mil grau…
o +zero [a.k.a. +zero do brasil] lança seu release para o projeto quadrifluorophosphate plano, a ser realizado na virada cultural de 2008. agradecemos as eficientes garotas da miki malka pelo belo trabalho!
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+ZERO
A arte como alicerce.
Projeto experimental quadrifluorophosphate plano na Virada Cultural SP 2008
Numa visão contemporânea, os meios áudio-visuais não servem somente para contar histórias, para tal existe o romance e o teatro.
Foi partindo desta premissa que o projeto +Zero foi idealizado pelos artistas tecnológicos Fabrizio Poltronieri, Raphael Dall’anese, Jonattas Poltronieri e Régis Frias, que criam experiências áudio-visuais artísticas e experimentais, buscando promover a experimentação coletiva, partindo do zero e para ele retornando.
O +Zero segue o conceito do acaso como sendo o criador do cosmos, ou seja, desencadeador de processos evolutivos onde ordem não é simplesmente instaurada, mas sim evolui a partir de um caos inicial.
Nada é absoluto, por que tudo está em evolução, sendo assim, o grupo aboliu o conceito de manifesto moderno e incorporou seu conceito em intervenções urbanas e performances que já são aplicados em congressos internacionais acadêmicos, eventos culturais, nas ruas de São Paulo e no que chamam de galerias de arte.
Entre os mais importantes podemos citar as apresentações na Galeria do SESC da Av. Paulista, Congresso Internacional de Arte e Tecnologia – CIANTEC, Espaço Gag, Congresso Internacional de Arte e Novas Tecnologias (ECA-USP) 2007, File 2007 SP, Sesc Paulista 2007, File Symposium RIO 2008 e Centro Cultural de São Paulo 2008.
Sempre com a preocupação de criar apresentações inéditas, a mais recente obra do +Zero ainda está por vir. O projeto quadrifluorophosphate plano está sendo elaborado pelos artistas para a comemoração da Virada Cultural 2008, em São Paulo, que acontece em 26 de abril. A instalação no Sesc Carmo, tem como objetivo central discutir o status da arte diante dos procedimentos de digitalização e do uso de aparelhos para a produção de linguagens reticulares recombinantes.
Para isso, os integrantes do +Zero contarão com microcomputadores portáteis e outros aparelhos eletrônicos, manipulando as possibilidades recombinatórias possibilitadas pelo sistema. Durante o tempo de mostra do projeto quadrifluorophosphate plano serão alternadas performances sonoras com sons pré-produzidos. O som emitido pelas 4 caixas acústicas será construído ao acaso, tomando como base sons captados ao vivo e processados digitalmente, mesclando-os com sons pré-trabalhados.
A Virada Cultural marca também o lançamento da DATA, empresa criada por dois dos integrantes do +Zero, Jonattas Poltronieri e Régis Frias, que visa construir interfaces, design interativo, instalações e objetos eletrônicos para quebrar o molde clássico mouse-teclado-monitor.
Um espaço de experimentação na busca de novas formas de expressão e vivência coletivas para repensar os meios tradicionais de comunicação. Com ênfase na experiência sensorial do usuário, a meta da DATA é quebrar as barreiras entre arte e tecnologia, fruição e interação, artísticas e comerciais.
Exemplos de que projetos experimentais podem fazer parte do nosso cotidiano de uma forma original, desmistificando paradigmas numa linguagem contemporânea, em que a arte é o ideal em comum.
+Zero quadrifluorophosphate plano
Quando: Virada Cultural 2008 SP – 26 de abril 2008
Rua 24 de maio

hoje, chuva, tarde. eu e aliado german – quinto +zerístico – lançamos algumas bases experimentais do novíssimo projeto methylhydroxypropylcellulose, concebido em reunião na índice design. os testes foram concluídos com êxito, comprovando que o projeto methylhydroxypropylcellulose será um êxito.
fotos que é o que o povo gosta:






as fotos dizem respeito ao aparato sensório do projeto.
do que se trata [breves palavras]: o projeto methylhydroxypropylcellulose consiste em experimento áudio-visual-sensório, cujo objetivo é estabelecer fronteiras entre a arte digital generativa e a sensoriedade {tubos acionados pelo corpo partem do teto].
o participante da experiência mete-se em selva de 3m x 2m x 2,20m (l, p, a), composta por um tramado vertical de 200 tubos flexíveis de espuma. adentrando tal tramado selvagem, o participante aciona sensores contidos em cada um dos tentáculos tubulares, o que gera reações em cadeia, sonoras e visuais. estas reações são generativas à medida em que o progresso áudio-visual da instalação é dependente dos movimentos randômicos dos tentáculos, iniciados pela presença física dos corpos dos fruidores.