+zero

arquivo de July, 2007

maiszero1.1

postado em 28 de July de 2007 por – 2 comentários

tela principal
A prometida nova versão do Patch maiszero, com muitas bobeiras extras e diversão garantida.

Primeira novidade: começou a ficar sério. A prova: agora tem um arquivo chamado “leia-me.rtf” com uma menção à licença pública GNU (GPL). Já que a onda é software livre, então que seja feito direito!

sintetizador
Segunda: o patch contém agora um sintetizador. Na verdade é um sintetizador baseado em FM bem simples q eu chupinhei do help do objeto grid. No eixo x temos a freqüência da onda moduladora e no y o índice de modulação (ou seja, a amplitude da fulana). No lado esquerdo do gráfico está o volume do sintetizador e no direito a freqüência da onda portadora. Até aqui nada de novo. A grande novidade: vc pode controlar o gráfico pela webcam, graças ao GEM, extensão do Pd q o permite controlar gráficos bi e tridimensionais. O controle é mto instável devido ao método pix_movement, responsável por captar os movimentos na câmera. Mas, cá entre nós, se é pra fazer barulho, q diferença faz o exato índice de modulação?

Terceira novidade: finalmente implementado o tão esperado espacializador. Eu já tinha dito como funciona (ver posts mais antigos sobre) então só vou lembrar q ele funciona mto bem (com alguns ajustes q eu pretendo fazer no futuro) tanto no modo “deixa comigo”, ou seja, direto no gráfico, qto no modo “deixa q eu deixo”, ou seja, ajusta a freqüência e a direção q ele faz o giro sozinho.

o dito cujo

espacializador

postado em 21 de July de 2007 por – 3 comentários

espacializador
mais uma gracinha feita com pd. desta vez um espacializador. é um gráfico de duas dimensões q representa uma sala, a posição do mouse representa a posição do som na sala.
obviamente o posicionamento das caixas de som deve estar de acordo com a configuração do patch (ou seja: canal 1 à frente e à direita, canal 2 à frente e à esquerda, canal 3 atrás e à esquerda e canal 4 atrás e à direita). eu fiz assim para q os canais ímpares sempre fossem do lado esquerdo e os pares do lado direito. se preferir outra configuração precisa mudar as expressões: expr 1 – $f1.
esse patch tb já está funcionando com automação, ou seja, vc diz a freqüência, aperta ok e o som gira sozinho pela sala (mto grato ao Chan, q me ajudou nas contas de seno e coseno). mas eu não vou postar isso ainda pq está em outro patch (o principal, maiszero1.0), q está passando por outras mudanças (aquelas descritas no post anterior sobre o assunto).
pretendo tb adicionar um sintetizador, praqueles momentos em q eu estiver cansado de estragar o som alheio.
por enqto pode ir baixando o patch e brincando com isso. logo eu posto o maiszero1.1, já com espacializador embutido e, quem sabe?, alguns efeitos novos e o sintetizador.
ei-lo para download

…nio ‘oficial’

postado em 14 de July de 2007 por – 3 comentários

+zero geral from +zero on Vimeo.

ai está o demo… ‘oficial’ do [ +zero ]. será distribuido em dvd e pela net pelo que costumam conhecer como universo. pegamos o encarte ontem e gostaríamos de agradecer a cláudia – que eu conheço há uns 15 anos e é irmã do marquinhos –, da inprima paulista. a cláudia também é, ainda hoje, fã ardorosa da destemida banda de trash metal punk rock hardcore ‘domínio público’, que marcou época na região de santo andré e adjacências na metade dos anos 90.

maiszero1.0.pd [ começou a brincadeira ]

postado em 12 de July de 2007 por – 1 comentário

maiszero.gif
este é o primeiro patch oficial do maiszero. até agora eram ensaios, agora já dá pra brincar com ele ao vivo. o q eu tou tentando fazer é adaptar um patch q eu tinha feito em max/msp pra pure data. ainda não cheguei lá, mas essa versão já dá pra usar.
o motivo da migração é q o mais zero pretende ser tb uma fonte e uma comunidade open source (por mais q eu disponibilizasse o outro patch aqui as pessoas ainda iam ter q “comprar” o programa).
a tempo: esse patch funciona apenas no pd extended (por causa do gcanvas, q controla o filtro passa banda). do jeito q o patch tá construído, se vc for usar no vanilla vai ter q fazer algumas adaptações.
a partir de agora vou tentar usar classes (abstractions) para deixar a programação mais moderna e simples. olhem na pasta abstractions para procurar os efeitos.
no futuro vou tentar disponibilizar aqui uma versão para o vanilla (com perdas…).
próximos passos:
1. melhorar a aparência. o pd-extended tem um problema com graph on parent. ele não é mto wysiwyg nesse ponto (perde para o vanilla), então acontecem algumas coisas estranhas….
2. melhorar o player. agora, por algum motivo, ele só toca os primeiros segundos do sample. no futuro eu posso ter q abdicar da onda sonora em prol de um sampler mais eficiente.
3. adicionar mais efeitos. por enqto só temos delay (um por canal de entrada) e um filtro passa banda (com freqüência central e q ajustáveis pelo gráfico). nenhuma alma caridosa portou o vst~ pra pd ainda, isso seria de grande ajuda! alguém se habilita?
é isso.
quem tiver comentários ao patch pode postar aqui ou falar diretamente comigo (vide links)

; deu na folha de ontem – nove de julho de dois mil e sete – caderneta ilustrada

postado em 10 de July de 2007 por – 3 comentários

essa fita o alemãozinho leu no jornal e cantou a bola…

Greenaway rodará “pornografia” em SP

Plano é realizar obra “extremamente erótica” na cidade em 2008; cineasta chegaria ontem ao Brasil para participar de eventos. O artista galês de 65 anos afirma à Folha que o cinema está morto e preso a velhas fórmulas dos épicos cristãos e dos dramas psicológicos.

TEREZA NOVAESDA
REPORTAGEM LOCAL

Peter Greenaway está convencido de que o cinema está morto. O artista multimídia -que dirigiu festejados filmes à sua época, como “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” (1989) e “O Livro de Cabeceira” (1996)- considera hoje desinteressante essa forma de arte. Para ele, o cinema é “chato”, “fora de moda” e algo que atualmente “agrada apenas a pais e avós”. Ainda assim, o artista galês de 65 anos continua bastante ativo dentro do universo cinematográfico. Ele lança no Festival de Veneza, que tem início no dia 29/8, seu mais recente filme, “Nightwatching”, baseado em uma tela de mesmo nome do holandês Rembrandt. Greenaway chegaria ontem a São Paulo, onde conversará com produtores locais sobre um filme que pretende rodar na cidade em 2008. “Tenho quatro novos filmes em preparação, um deles espero que seja rodado em São Paulo no ano que vem. É uma pornografia, um filme extremamente erótico, baseado em um episódio histórico. É uma leitura visual sobre uma extraordinária nova mídia de impressão de imagens que existiu no século 16, na Europa”, descreve. O elenco, segundo ele, será “universal”, como em seus últimos filmes. VJHá outras duas razões para a visita de Greenaway ao Brasil. Amanhã, ele realiza uma palestra no seminário Fronteiras do Pensamento, em Porto Alegre. Em setembro, ele é uma das principais atrações do Videobrasil, festival de arte eletrônica que acontece em São Paulo. Para o festival, ele prepara uma performance de VJ, na qual vai remixar ao vivo cenas de “Tulse Luper Suitcases” (as malas de Tulse Luper), filme realizado entre 2002 e 2003 com sete horas de duração. A obra já foi descrita pelo diretor como a “descoberta do urânio” e “92 histórias sobre o ouro do Holocausto”. Tulse Luper é um escritor que viveu em várias prisões. A performance será ao ar livre, na rua ao lado do Sesc da avenida Paulista. Uma exposição com as 92 malas de Tulse Luper, as quais “contêm todas as informações do mundo”, e palestras completam a participação de Greenaway. Nas palestras no Brasil, ele defenderá suas idéias: o cinema está ultrapassado e precisa ser reinventado. “Fiz cinema nos últimos 30 anos e posso afirmar: o cinema é chato. É uma reprodução do teatro dramático do século 19, pessoas fingindo ser o que não são, cenários saídos de novelas antigas. O cinema não entendeu [Jorge Luis] Borges ou [Italo] Calvino, continuam refazendo Balzac e Dickens. Os enredos remoem os épicos cristãos e os dramas psicológicos”, afirmou em entrevista à Folha, por telefone, de Amsterdã. Mas o que falta ao cinema hoje? “Em um novo mundo, um mundo digital, de informação, da segunda revolução de Gutemberg, acho que nós precisamos de mais interatividade, escolhas e de possibilidades multimídia”, afirma. “Estou em busca de um cinema que muda, que é diferente a cada novo olhar. Isso é necessariamente não-narrativo, não é uma colagem de textos. E há também outro elemento que tem a ver com os DJs nas discotecas, o prazer físico, o estímulo geral, dos olhos, dos ouvidos, que fazem com que o corpo se mova. É por isso que encorajo as pessoas a dançarem durante a minha performance. É como ir a uma discoteca, mas estruturada como um cinema muito contemporâneo. É isso que eu tenho feito nos últimos dois anos e é o que pretendo reproduzir em São Paulo.” Para realizar o trabalho de VJ, Greenaway utiliza um aparato especial. “Tenho um extraordinário equipamento de TV, baseado em “touch screen” [telas sensíveis ao toque]. Posso apertar e projetar imagens, cerca de 3.000 ou 4.000, numa série de telas múltiplas, associadas à música”, explica. O artista se aproximou também de outras ferramentas contemporâneas, como a internet, e as mescla com artes clássicas, como a ópera e cinema. (Greenaway tem seu avatar, um personagem que o representa, no site Second Life. Seu nome é Tulse Luper). “No fim, cria-se um produto que se manifesta em formas clássicas de arte, como o cinema e a ópera, e também em formatos contemporâneos. É um produto da era da informação, no qual a internet e a navegação pelo mundo virtual são centrais.”

Colaborou EDUARDO SIMÕES.

Cineasta tem agenda em SP e Porto Alegre

DA REPORTAGEM LOCAL

Peter Greenaway participa amanhã, às 19h30, de uma conferência em Porto Alegre. A palestra, que acontece na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), faz parte do Fronteiras do Pensamento. O evento começou em março e segue até dezembro com nomes de relevo da intelectualidade internacional, como a ensaísta Camille Piglia, a escritora Asne Seierstad e o escritor e polemista Christopher Hitchens. “O cinema Está Morto, Vida Longa ao Cinema” é o nome da palestra de Greenaway. No 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Sesc Videobrasil, que começa no dia 30 de setembro, em São Paulo, e segue até 25 de outubro, o artista participa como convidado de honra. Ele realiza uma performance de “live-image”, mixagem ao vivo de imagens, que acontecerá na rua ao lado do Sesc, e abre oficialmente o evento. Obras do alemão Marcel Odenbach e de nomes fundamentais da arte contemporânea, como Andy Warhol e Matthew Barney, também estarão no festival. O Videobrasil realiza ainda uma competição, da qual participam 67 obras, produzidas nos últimos dois anos por artistas de 17 países, como os brasileiros Lucas Bambozzi, Cao Guimarães e Nuno Ramos e o argentino León Ferrari.

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é isso! greenaway tá certo faz tempo, como outros zés também estão e não saem no que chamam de mídia.

o complicado sempre é a imprensa, no mundo todo. não enxerga o que o povo faz no próprio quintal e dá notícia panfletária, com o título “…rodará ‘pornografia’ em sp”. nada contra rodar pornografia, muito pelo contrário, já que o [ +zero ] tbm é pornográfico, né orelha? mas a matéria nem fala disso.

não enxergam o que a academia e os artistas da própria cidade produzem – vide o sucesso que pierre lévy, por exemplo, faz por aqui. mas enfim, isso é chover no molhado. temos falado, e mais outros mil tbm, disso que é alardeado como novidade há tempos – tá na home do site do [ +zero ] até – e, inclusive, inscrevemos um trabalho no 16º festival internacional de arte eletrônica sesc videobrasil que é isso! o trabalho era isso! “a morte do discurso áudio-visual do séc. XIX”. o que aconteceu? foi recusado. ai recebemos um email da organização do prestigioso evento dizendo: “ahh… não desanimem, continuem produzindo e mandando…” auhauahaua. será que acharam que seria concorrência? uahauhauha.

o tiozinho do chapéu devia chegar no greenaway e dizer: “olha, você com todo esse equipamento devia ser mais criativo… eu já tive essa idéia em 1972 e contratei uma empresa pra fazer…” auhauha.

do mais, fica que também fizemos nossa “performance de ‘live-image’, mixagem ao vivo de imagens”, na frente e na rua ao lado do sesc. sem um “extraordinário equipamento de tv, baseado em ‘touch screen’ [telas sensíveis ao toque]“. o greenaway num faz isso em londres pq senão ele é preso.

greenaway na web

.e.n.c.a.r.t.e.

postado em 9 de July de 2007 por – 1 comentário

encarte 1
encarte 2

encarte 3

os que deram a fita erraram

hj ficamos o dia inteiro editando um vídeo do +zero e dando pião de corcel 80. tão ai algumas lâminas do encarte do vídeo. quinta feira tem mais ilha

é tudo photo booth mesmo, que a gente usa o que tá pronto

patch com player

postado em 9 de July de 2007 por – 5 comentários

octo14.jpgcomo faz tempo q eu não posto nada aqui vai um upgrade do patch q eu subi outro dia com 8 canais de entrada e 4 de saída.
a novidade agora são os medidores de nível e as representações de onda, além de um player de arquivos de som.
mudei o on/off pra barra de espaço pq o enter é uma tecla útil pra mtas coisas pra deixar pra isso. vamos ver se o spacebar não dá nenhum problema….
baixe aqui e teste vc mesmo
continuamos com nossa odisséia pra conversão dos patches pra remo… quem tiver experiência em transmissão de dados pela internet por favor ajude!!!!!

re mo ta men te

postado em 8 de July de 2007 por – 1 comentário

nosso próximo projeto é fazer uma performance (não gosto muito deste termo, mas na falta de um melhor…) remotamente, em tempo real. ou seja, algumas pessoas participando com seus computadores de vários locais diferentes e interagindo em tempo real, pela internet, conosco.

claro que essa questão da participação remota não é novidade. muitos artistas já trabalharam remotamente mesmo antes do advento da digitalização. mas nos parece um caminho natural explorar estas possibilidades.

começamos a pensar nisso esta semana, a partir de uma conversa que o régis teve com um amigo, de santa catarina. assim, estamos começando a experimentar algumas coisas e já nos deparamos com algumas questões técnicas.

a idéia inicial é produzir os sons somente a partir de patches do pd, já que existe o netsend e o netreceive. o vídeo seria enviado via webcam ou através da processing.

o problema, por enquanto, é que em nossos testes o netsend e o netreceive do pd só funcionaram em uma rede local. todas as vezes que tentamos usar com computadores conectados pela internet o pd trava. buscando na infinita rede, ainda não encontramos ninguém que tenha relatado êxito em algo do tipo. também tentamos com objetos externos, como o netsend~ e o netreceive~, mas nenhuma experiência atingiu o êxito ainda.

hoje eu vou começar a escrever uma aplicaçãozinha em java para tentar enviar os pacotes de dados… vamos ver o que dá!

mais fotos _ galeria do sesc

postado em 8 de July de 2007 por – 1 comentário

galeria sesc av paulista
galeria sesc av paulista
a renatinha que mandou essas!

++ [ + zero ] avenida paulista 22 06 07 **

postado em 3 de July de 2007 por – 4 comentários

+zero na avenida paulista – 22 06 07 from +zero on Vimeo.

dessa vez o raphael não disse nenhuma frase de efeito!