+zero

arquivo de May, 2007

do ramo

postado em 30 de May de 2007 por – 2 comentários

continua a saga em busca do projetor…

hoje eu e mano raphael nos aventuramos pelas ruas da santinha (sta. efigênia) em busca do projetor. buscavamos as lojas de coreanos, de chineses, onde projetores estariam empilhados em caixas, lojas humildes com preços honestos. mas não achamos nada disso… só lojas revestidas (muito mal, por sinal) de madeira, com o claro intuito de “agregar valor”.

em algumas lojas, nem atendidos fomos. provavelmente acharam que 2 moleques de boné não são do ramo e que não comprariam nada. nas que fomos atendidos, preços exorbitantes. o que aconteceu com a santinha?

em uma, um mano que mal falava português nos perguntou para que usaríamos o projetor. inocentemente dissemos que era para “um projeto de arte”. o mano olhou incrédulo. devíamos ter dito que era pra jogar winning eleven no banheiro.

em outra, o atendente, após exorbitar os preços, disse que se achassemos preços menores ele cobria. ai depois disse que dividia em mais vezes. depois disse que o preço baixava ainda mais. fica a questão: por que já não falaou tudo isso da primeira vez? não somos do ramo mesmo… eles estavam certos.

enfim… acho que em breve teremos novidades. para o chamado mundo. usando o que chamam de mão. é isso.

monoparte

postado em 24 de May de 2007 por – 10 comentários

a experiência da recombinação aplicada em um meio hipermidiático. Assim podemos definir o site MONOPARTE. a arquitetura líquida sujeita a alterações constantes e indeterminadas permite variações das três matrizes do pensamento [texto, imagem, sons]; tornando o receptor – co-autor da obra aberta, configurando um espaço de representação infinito. < www.monoparte.com >

quando?

postado em 21 de May de 2007 por – 4 comentários

todo o dia me perguntam quando será possível ver uma apresentação do +zero ao vivo! bom, o fato é que já era para ter acontecido, mas alguns fatores estão adiando a premiere… mas de qualquer forma, será em breve! bem em breve…

último vídeo do ensaio – treze de maio de dois mil e sete

postado em 14 de May de 2007 por – 7 comentários

sobre o “ensaio”

postado em 14 de May de 2007 por – 6 comentários

o +zero é uma idéia que tem, pelo menos, 1 ano. neste 1 ano passamos, eu e o raphael, por momentos de empolgação e por momentos em que simplesmente ignoramos a idéia, não por falta de interesse em fazer, mas por outros compromissos nos impossibilitarem de parar para realmente fazer o que tinha que ser feito.

até que, finalmente!, este ano arrumamos um tempo para fazer, apesar de continuarmos tão atarefados quanto antes. eu diria, na verdade, que estamos até mais atarefados, pois estou dando aula todos os dias – de manhã e de noite – e fazendo o doutorado. e o raphael está com o escritório e pretendendo começar o mestrado. além disso estamos realizando outras atividades, como escrever papers para congressos e nerdices em geral. além de tempo pra família, pra namorada, pra beber e pra outras coisas cotidianas – que acabam sendo as mais importantes!

outro fator que contibuiu para a retomada do projeto é o fato de agora termos equipamentos adequados, ou quase adequados. principalmente computadores. na realidade, os equipamentos acabam não tendo uma importância central, pois uma das idéias do +zero é realizar um “projeto macunaímico”, ou seja, lançar mão, deliberadamente, de gambiarras e jeitinhos. já falei isso em congressos: que o grande diferencial do povo brasileiro é o jeitinho, que em vez de ser exacrado pela pseudo-intelectualidade brasileira deveria ser definitivamente incorporado ao nosso dia-a-dia com orgulho. de forma contundente, central e consciente em todos os aspectos da vida do brasileiro. o projeto macunaímico é isso, o jogar criativo com o acaso. é impressionante como o único povo que não gosta de brasileiro é brasileiro. ou melhor, a intelectualidade brasileira, que enxerga algumas características do nosso povo como meras alegorias folclóricas, e prefere continuar discutindo as problemáticas importadas do velho continente.

enfim, o fato é que o projeto está andando e temos tudo “no jeito” agora. não digo pronto, pq pronto não vai estar nunca. todo dia mudamos alguma coisa. e o dia que estiver pronto não estaremos mais perdidos e acabou. nossa estratégia é estarmos sempre perdidos. por isso que chamo de “ensaio”, entre aspas. porque não tem o que ensaiar. se ensaiar vira uma mera banda com uma projeção sem sentido no fundo, ou na frente. mas de qualquer forma teríamos que testar os equipamentos. então a reunião foi mais para isso. para testarmos as coisas todas juntas.

consideramos o saldo bastante positivo, pois provou a viabilidade e os resultados foram muito bons! além de ter nos alertado para uma série de aspectos. entre eles:

• o processo de montagem de tudo é mais complexo do que imaginávamos. apesar de não ser tanto equipamento assim.

• os equipamentos são pesados e vamos ter que achar soluções para transportá-los, montá-los e desmontá-los.

• a nossa idéia de usar um inversor e uma bateria de carro não vai dar certo nem por providência cósmica. hahahah. em nossa incursão pela santa ifigênia ficou claro que não somos do ramo e que estávamos iludidos.

disso, continuam pendentes 2 questões:

• a fonte de energia: após a desilusão com o inversor e o alto custo – para nós – de um gerador, temos que procurar alternativas. é uma lei universal a que diz que se você não quer ter problemas, preocupações ou frustrações, é só não desejar nada. esvaziar, como fazem os orientais. é você querer fazer algo que o mundo reage. e é isso que, naturalmente, está acontecendo. após eu descobrir que havia, no quarto do pó aqui de casa, um gerador 110 a gasolina foi o que bastou para, no minuto seguinte, eu também descobrir que ele estava quebrado. e, no dia seguinte, meu pai dizer que não conseguiu arrumá-lo. para as apresentações indoor isso não constitui nenhum tipo de problema. mas na rua precisamos de uma fonte de energia. a solução será fazer uma extensão gigantesca e oferecer 10 real pro dono de algum estabelecimento comercial do povo (boteco) pra usar uma tomada por 15 minutos. vamos providenciar a extensão essa semana ainda.

• o projetor: bom, essa é talvez a parte mais complicada. após a reação do mundo em relação ao projetor do meu pai, que não funcionou nem 1 mês e queimou a lâmpada – que não é coberta pela garantia e custa R$ 1.500,00 –, nos sobrou pedir emprestado projetores para conhecidos. a questão é que só conhecemos uma pessoa que tem um projetor – meu tio – e o projetor é uma nave espacial, muito grande. além de ser caro, caso ele sofra algum sinistro (toc toc toc). mas como não temos dinheiro agora, vai ter q ser com esse mesmo. sonho de consumo atual: projetor de 2.500 lumens.

enfim! foi muito bacana o “ensaio”. deu para ter uma dimensão mais real das coisas e nos empolgar mais. as possibilidades são infinitas e a cada hora aparecem novas. fora o grande número de pessoas que também querem participar de alguma forma.

agora é tomar as ruas, as universidades e todos os demais espaços.

outro vídeo do ensaio – treze de maio de dois mil e sete

postado em 14 de May de 2007 por – 2 comentários

esse está escuro. no mac ainda dá pra ver, mas no windows, como a relação de cores é diferente, algumas partes ficam completamente negras.

[+zero ]

postado em 14 de May de 2007 por – deixar um comentário

maiszero2.jpgmaiszero1.jpg

[ hipertextualidade ]

postado em 14 de May de 2007 por – 8 comentários

é provável que a internet tivesse outra fisionomia e os computadores fossem usados de maneira bem diferente do que hoje se as idéias do filósofo americano Ted Nelson tivessem prevalecido. ainda na década de 1960, ele cunhou o termo “hipertexto” e imaginou uma rede de computadores na qual se pudesse criar textos multidimensionais, em que trechos de obras diferentes remetessem uns aos outros mutuamente – até que fosse possível chegar à origem de qualquer citação e, numa outra etapa, de alguma maneira, recompensar seu autor pela contribuição intelectual. como mecanismo, o sistema é mais ou menos o que ocorre atualmente com os hiperlinks, um dos conceitos fundamentais da web – a possibilidade de inserir em uma página da internet uma remissão para outra página, disponível com um simples clique do mouse. Nelson afirma, porém, que sua idéia foi deturpada. copiam-se textos na internet indiscriminadamente, a maior parte do tempo sem citar a fonte. além disso, para ele, os computadores funcionam como uma simples “imitação dos registros em papel”. exemplos disso seriam os formatos dos documentos nos programas Microsoft Word e Adobe Acrobat, dois dos mais usados na manipulação de textos e imagens.

vídeo – “ensaio” geral – treze de maio de dois mil e sete

postado em 13 de May de 2007 por – 1 comentário

“ensaio” geral – treze de maio de dois mil e sete

postado em 13 de May de 2007 por – deixar um comentário

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