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	<title>+zero</title>
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	<description>entendendo as experiências que envolvem o áudio visual como sendo constituídas, centralmente, por linguagens híbridas, sendo portanto índices da contemporaneidade, o projeto +zero pretende incorporar signos áudio verbo visuais em estruturas labirínticas, tendo como base criativa métodos de recombinação – como conceito aglutinador de ruídos –, em processos abertos ao acaso. tomamos aqui o acaso como sendo o criador do cosmos. ou seja, desencadeador de processos evolutivos onde a ordem não é simplesmente instaurada, mas sim evolui a partir de um caos inicial. os meios áudio visuais não servem somente para contar histórias. para tal existe o romance. o teatro. o projeto +zero cria experiências áudio visuais indeterminadas, buscando promover a experimentação coletiva. partindo do zero e para ele retornando, em um loop que se refaz constantemente, em um diálogo autofágico entre o virtual e o atual. nada é absoluto, porque tudo está em evolução. desta forma, abolimos o já abolido conceito de manifesto moderno e incorporamos, como em uma espiral, repertórios, idéias e conceitos que transitam não em processos de contemplação, mas sim em processos de devoração.</description>
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		<title>ˆª macumba desenfreada: homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 02:25:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[projeto para ser urbano. macumba do +zero. homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique1.jpg"><img class="size-full wp-image-1292" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique1.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="270" /></a></p>
<p>retomando o +zero, voltamos com macumba completa e irrestrita: <strong>homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão</strong>, para o <a href="http://serurbano.wordpress.com/" target="_blank">ser urbano</a>. trata-se de projeto de instalação em forma de macumba. macumba sincrética sonora que surge de uma idolatria, um culto a imagens. a imagem materializada neste caso é composta por uma pequena base, um semi altar, onde repousam as figuras de dois pequenos preto-velhos (pai profeta e pai joão), ou pai-pretos (pai profeta e pai joão), dotados de características sonoras. a partir da concreção de algumas possibilidades emergentes de suas características sonoras surge um diálogo, uma troca, a construção de um lugar constituído por processos de comunicação. as entidades comunicam-se a partir do texto das cidades invisíveis, de italo calvino. trechos do texto invisível são intercambiados de forma recombinante. em meio a todos estes signos que giram está <strong>paulo henrique</strong>, o homenageado, a quem a macumba é devotada. <strong>paulo henrique</strong>, entidade cosmopolita, habitante invisível das grandes cidades, apresenta-se fenomenologicamente como a imagem de um mapa de uma pólis imaginária – fruto de seus processos inconscientes –, que serve de pano de fundo para a macumba. a intenção das preces dos preto-velhos, ou pai-pretos, é a exaltação deste ser urbano invisível, desencarnado na figura-mapa de <strong>paulo henrique</strong>. o diálogo-macumba-homenagem é intenso e ininterrupto. acompanham a instalação-macumba oferendas em forma de livro-arte-utilitário construído especialmente para o ritual que, seguindo a tradição de todo tipo de oferenda, será jogado ao abismo e ao esquecimento logo em seguida. em frente ao semi-altar os espectadores e visitantes poderão postar oferendas, para a glória dos preto-velhos, ou pai-pretos, e de <strong>paulo henrique</strong>, o homenageado. finalmente, a seguinte legenda estará presente:</p>
<p><strong>homenagem a paulo henrique</strong><br />
pmdn +zero do brasil, 2010<br />
instalação-diálogo-homenagem em forma de macumba<br />
2 preto-velhos, ou pai-pretos, de cerâmica pintados, imagem fotográfica, base semi-altar, aparato eletrônico para a produção sonora, produção sonora</p>
<p>a instalação-diálogo-homenagem será realizada nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2010, no <a href="http://serurbano.wordpress.com/" target="_blank">ser urbano</a>.</p>
<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique6.jpg"><img class="size-full wp-image-1297" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique6.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="610" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique5.jpg"><img class="size-full wp-image-1296" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique5.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="600" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique4.jpg"><img class="size-full wp-image-1295" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique4.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="600" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique3.jpg"><img class="size-full wp-image-1294" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique3.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="600" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique2.jpg"><img class="size-full wp-image-1293" title="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/homenagemPauloHenrique2.jpg" alt="homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão" width="450" height="600" /></a></p>
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		<title>∆¨amigóide: o início da construção de uma amizade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 02:11:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[amigóide: o início da construção de uma amizade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="300"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14165790&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14165790&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"></embed></object></p>
<p>do grupo irmão <a href="http://www.caycepollard.com.br/">++caycepollard coletivodeartecomputacional;</a> nos chega esse belo vídeo do início do processo da construção do amigóide, o autômato em busca de amizade. parabéns a todos!</p>
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		<title>§¶ german alfonso nunez e rubens zaccharias júnior discutem os rumos da arte computacional</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 16:45:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[rumos da arte computacional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/6536_1043366104189_1826701926_99534_3134833_n.jpg"><img class="size-full wp-image-1284" title="german alfonso nunez" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/6536_1043366104189_1826701926_99534_3134833_n.jpg" alt="german alfonso nunez" width="450" height="600" /></a></p>
<p>infelizmente não temos fotos de todos, mas ontem german alfonso nunez e rubens zaccharias júnior, supervisionados por fabrizio augusto poltronieri, carlos tadeu siepierski e vagner muniz, discutiram profundamente os rumos da arte computacional no contexto da contemporaneidade. novas metas também foram traçadas. foi conversa deveras produtiva, onde saboreamos cerjeva bauhaus, pingas diversas de minas, linguiças e frango na brasa, ao som de vinis junto de cachorros e da companhia de jane, mulher de rubens. em breve novidades sobre o bonde da vigarice</p>
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		<title>•¶ nicolau centola discute os rumos da arte computacional</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:06:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[nicolau centola discute com fabrizio poltronieri os rumos da arte computacional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/rev_mar_nicolau.jpg"><img class="size-full wp-image-1281" title="nicolau centola" src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/rev_mar_nicolau.jpg" alt="nicolau centola" width="450" height="541" /></a></p>
<p>já de volta ao brasil, tive o prazer de receber esta tarde o sr. nicolau centola, do <a href="http://www.caycepollard.com.br/" target="_blank">++caycepollard coletivo de arte computacional;</a>, em minha residência, para discutirmos os rumos da arte computacional no mundo e traçarmos metas para o próximo semestre. foi conversa deveras produtiva, onde saboreamos queijo coalho e salsichas com suco de melancia e água de coco. em breve novidades</p>
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		<title>•ª do porto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 20:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fap</dc:creator>
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		<description><![CDATA[seminário imagens da cultura / cultura das imagens, porto, portugal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto01.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto01.jpg" alt="" title="porto01" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto02.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto02.jpg" alt="" title="porto02" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto03.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto03.jpg" alt="" title="porto03" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto04.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto04.jpg" alt="" title="porto04" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto05.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto05.jpg" alt="" title="porto05" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a><br />
<a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto06.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/porto06.jpg" alt="" title="porto06" width="450" height="338" class="alignnone size-full wp-image-1272" /></a></p>
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		<title>•ª seminário no porto, com certeza</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 03:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fap</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presente estudo busca dar alguma legibilidade ao momento contemporâneo em que a cultura e a civilização encontram-se, a partir da perspectiva quase-dialética de produção de sentido através das imagens criadas tendo como substrato um conjunto de textolatrias científicas. Essas imagens, ou tecno-imagens, representam, por serem frutos da ciência, uma abstração textual e apresentam o desafio, em forma de jogar desterritorializado, de serem decodificadas por mentes que não necessariamente possuem a chave do código necessária a tal decriptografia. No centro desta relação apresenta-se o conceito filosófico de jogo, elemento basilar para compreendermos o papel que a codificação textual tem na passagem do funcionário para jogador, o ser em estado estético que está em condições de ler, escrever e compreender as novas morfologias, sintaxes e semânticas textuais e imagéticas (mágicas).
Palavras-chave: Aparelho, jogo, texto, mágica, imagem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/porto.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/porto.jpg" alt="seminário imagens da cultura / cultura das imagens" title="seminário imagens da cultura / cultura das imagens" width="450" height="333" class="size-full wp-image-1267" /></a><br />
do dia 30/06 ao dia 04/07 estarei no porto, participando pela terceira vez do seminário imagens da cultura / cultura das imagens, desta vez sem a presença abismal de pernite</p>
<p>a textolatria:<br />
<strong>DO JOGAR E DO PROGRAMAR: UM NOVO REGIME DE PRODUÇÃO DE SENTIDO A PARTIR DAS RELAÇÕES ENTRE TEXTOLATRIA E MAGICIZAÇÃO</strong><br />
Fabrizio Augusto Poltronieri</p>
<p>O presente estudo busca dar alguma legibilidade ao momento contemporâneo em que a cultura e a civilização encontram-se, a partir da perspectiva quase-dialética de produção de sentido através das imagens criadas tendo como substrato um conjunto de textolatrias científicas. Essas imagens, ou tecno-imagens, representam, por serem frutos da ciência, uma abstração textual e apresentam o desafio, em forma de jogar desterritorializado, de serem decodificadas por mentes que não necessariamente possuem a chave do código necessária a tal decriptografia. No centro desta relação apresenta-se o conceito filosófico de jogo, elemento basilar para compreendermos o papel que a codificação textual tem na passagem do funcionário para jogador, o ser em estado estético que está em condições de ler, escrever e compreender as novas morfologias, sintaxes e semânticas textuais e imagéticas (mágicas).<br />
Palavras-chave: Aparelho, jogo, texto, mágica, imagem</p>
<p>class HelloWorld {<br />
  static public void main( String args[] ) {<br />
    System.out.println( &#8220;Hello World!&#8221; );<br />
  }<br />
}</p>
<p>Código Java para &#8220;Hello World&#8221; &#8211; usualmente o<br />
primeiro programa que alguém escreve ao<br />
aprender uma linguagem de programação</p>
<p>Os brinquedos mais avançados da atualidade são: C++ [néctar supremo], Pike, Java, Processing, PureData, Max/MSP, openFrameworks, GCC [mestre dos mestres] e toda a miríade vasta de compiladores e interpretadores encontrados nos recônditos mais conhecidos e nos cantos mais escondidos do mundo criado por Eles, pelos deuses e demônios – verdadeiros anjos – do renascimento pós-industrial: mundo em redemoinho dos aparelhos, brinquedos da liberdade. Brincar com eles é via de acesso para a libertação.<br />
Estes deuses e demônios manipulam com seus baratos e descartáveis Sandbenders  a quintessência cósmica: energia, em sua forma mais maleável: a luz. Manipulação que não  envolve esforço físico, mas brincar lógico. Brincar de criar abrindo e fechando portas lógicas. Brincar de destruir controlando pulsos elétricos de baixas voltagens.<br />
Assim se constitui o mundo humano hoje. O mundo da cultura. O mundo cujo modo de ser e aparecer é a forma lúdica do brincar desinteressado, mas ao mesmo tempo engajado em suas regras. O que seria contradição lógica, ou até mesmo ética – e portanto estética –, em outros tempos hoje dissolve-se no interior das caixas manipuladoras de luz: os aparelhos, abismos capazes de reunir de vez o desinteresse intuitivo de Schopenhauer com a vontade de potência de Niestzche, em experiências onde o sublime – tanto dinâmico quanto matemático – é alcançado pelo desvendar e dominar dos códigos responsáveis pela criação cósmica. Do cosmos que se expande ao ser sugado para dentro do abismo luminoso dos sagrados aparelhos, que realizam a mediação entre Eles – entre o céu e o inferno – e os mortais que sacrificam suas vidas nos templos que emanam luz. Sugamento reverso: queda em abismo luminoso.<br />
Os antigos, que neste universo ainda estão vivos, bravejam suas maldições e antigos encantos contra os novos sacerdotes e seus cajados luminosos. Porém, ao contrário do que acontecia em tempos ainda recentes, as maldições entoadas apenas refletem nos espelhos – escudos protetores dos novos messias – e retornam com força máxima em direção aos profetas do passado, na forma irresistível de sedução luminosa. A luz, energia, é tão intensa e poderosa que cega até os mais protegidos pelo antigo manto conceitual sagrado – combatido já por Schopenhauer e capaz de realizar as associações mais transloucadas em nome da razão – e só resta a estes seres trabalharem para os aparelhos, em completa e absoluta narcose. Neste nível estão filósofos, artistas, acadêmicos, cientistas e demais neo-estruturalistas que insistem em querer encaixar – lançar suas pragas – em direção aos novos deuses e demônios. Ocorre que seus compartimentos, destinados a etiquetar os fenômenos com rótulos chamados de representação, sentido, significação, função, forma, certeza, estética, indústria cultural, experiência e jogo – entre outros buracos negros reproduzidos desde os tempos em que a escrita surgiu, rasgando imagens e querendo moldar o real a sua forma – não suportam mais as hiper categorias promovidas pela hibridização constante do incansável facho de luz. As velhas magias perderam o efeito. Os obsoletos castelos poderosos ruiram e os nobres que os habitavam perderam completamente o sentido [o que é sentido diante da luz cegante?]. Em suma: suas doutrinas foram assimiladas e não doutrinam mais. O brinquedo antigo quebrou.<br />
Os novos brinquedos, criados e movidos pela luz, funcionam em loop, repetição ad infinitum, ciclo tão bem conhecido e descrito já por Heráclito, nos séculos VI e V antes da conhecida era cristã, ocidental e linearizante – por ser era escrita –, sendo os cristãos – herdeiros das tábuas sagradas recebidas no monte Sinai por Moisés – reconhecidos iconoclastas.<br />
A luz se articula a partir de jogo simbólico combinatório, permutacional. O novo velho jogo da linguagem lança-se, da maneira como quis Foucault, como vigorosa trama sobre o mundo dos homens, que tentam encobrir o real com seu véu – artifício feminino – chamado linguagem: nominalismo, linguagem – não apenas língua – e realidade. Ou seria fantasia (re)combinatória?<br />
O caráter construtivo, e constitutivo, da linguagem se desnuda com a luz. O novo bravo mundo se revela construído por lógicas de comparação simples, em seus núcleos, mas complexas em seus efeitos; dados variáveis já declarados em escopos e tipificações definidos; dados constantes que moldam parâmetros e regras de percepção – e consequentemente do jogar –, ou da atualização das possibilidades e necessidades do jogo. Iterações em ciclos que se repetem até condições algoritimicas específicas serem cumpridas. Regras sob o julgo constante e incansável de um elemento essencial, mas que foi negado por séculos pelos primitivos: o acaso.<br />
Estes primitivos guerreiros – com suas pesadas armaduras e seus escudos formados pela incansável textolatria – foram impulsionados, na era pós-Gutenberg, pelo aparentemente interminável processo de escurecimento técnico do papel, que consistia em criar fôrmas para cópia e tingir com tinta o suporte, de modo cada vez mais rápido e eficiente. A indústria do mass media, tão criticada pelos velhos e persistentes combatentes alemães – todos sabem os seus nomes, pois suas doutrinas já ineficientes ainda são repetidas à exaustão até hoje –, começou muito antes do que o pensar raso pode supor.<br />
Tinta sobre papel. Qual é o efeito da luz constante sobre esta dupla? Verdadeiro iluminismo, rápida borracha que não deixa vestígios, marcas. O pigmento não resiste à luz. Desfaz-se. O processo iniciado por Gutenberg – depositar tinta sobre papel rapidamente e repetidamente –, configura e molda literalmente a era conhecida como moderna, carregando em si seu próprio veneno, já que embora o objetivo mestre deste processo seja a imortalidade, alimentada através da reprodução técnica sólida e paralizante, os modelos – formas de pensar – já anunciavam a luz, a liquidez: eram móveis. Tal mobilidade atravessa séculos para ser percebida de modo atento, pois adotou estratégia de camuflagem: escondeu-se por trás do manto da imortalidade. Esperou pacientemente a chegada dos aparelhos e dos novos cowboys  – deuses e demônios –, hackers e crackers.<br />
Gutenberg dá forma a máquina, a base para um mundo conceitual e físico que absorve luz. A máquina engole energia. É buraco negro no sentido cósmico. Começa com a idéia de iluminar, mas o irreversível processo entrópico a que está subjulgada leva a sua morte, ao desaparecimento do sistema maquínico. E ao desaparecimento de tudo o que gira a seu redor. A máquina suga a si mesma e a tudo o que produziu. Morre porque permaneceu estancada em sua eterna loucura e incansável guerra por manter sua lei e impô-la aos homens. Homens subjulgados pelo aspecto maquínico linearizante. Repetição não-algoritimica, pois não se atualiza. Não joga. Simplesmente racha, por ser rígida. Não percebe que a única salvação para estancar o sangramento, hemorragia que escorre pelas rachaduras, é o diálogo com o acaso. A máquina e o tipo de pensamento que a criou estão dominados pela sensibilidade do séc. XVII.<br />
A passagem de um modo de ser e sentir infinito, marcado por similitudes como o séc. XVI, para um jogo finito dá-se no século seguinte, XVII, onde a ciência, finalmente, instaura-se como o modo de pensar dominante e ajuda a sedimentar as bases do que conhecemos como modernidade: este grande período que intentou controlar absolutamente as possibilidades nos diversos campos do saber a partir da ciência: processo de negação do acaso, a partir de conjuntos de juízos considerados seguros. Generalização, já que não se conhece, pelo método científico, o ser complexo das coisas, mas sim a maneira como estas podem ser conhecidas pelo estabelecimento de relações: razão.<br />
Portanto os antigos, mestres das máquinas e dos processos de absorção da luz, temem o acaso. Temem os novos deuses e demônios – anjos – que singram o tempo/espaço em seus pégasus velozes, pois estes não absorvem luz. Emitem luz. São fontes da energia primeira e incansável. Voam através das novas versões que não se pretendem imortais, mas absolutamente efêmeras: alpha, beta, 0.1, 0.2, 0.3, 1.0, 1.5, 2.0, 2.2.1. A mobilidade se desfaz do manto da imortalidade. Mostra, com toda força, seu verdadeiro modo de ser. Da absorção (máquina) para a emissão (aparelho) de luz. A luz anseia a onipresença fugaz: girar rapidamente por tudo: cegar, como no mito platônico da caverna, quando um dos acorrentados se livra e contempla a realidade exterior – o mundo verdadeiro das Idéias – e a luz faz com que seus olhos sintam dor de um modo insuportável, cegando-o. Lentamente, porém, este ser passa a ver as sombras; em seguida as imagens das coisas e, finalmente, as próprias coisas. Pode, livre pela luz, ver o céu noturno, admirar-se com as estrelas e com a lua; deslubrar-se com o amanhecer – o espetáculo do sol – e com a vivacidade de um mundo antes inimaginável.<br />
Neste jogo luminoso só brinca quem sabe programar, quem transferiu sensibilidade e intuição para a ponta dos dedos – órgãos mais sensíveis no jogo de manipulação simbólica da luz. O jogador é programador, não mero funcionário passivo. Não senta-se em arquibancada para, de maneira anestesiada, vislumbrar o que acontece na arena. Ao contrário, participa efetivamente da narração simbólica – conjunto de ações que se desenvolvem em espaço/tempo agora luminoso.<br />
Quem programa – joga – é deus ou demônio: destrói ou cria com a ponta dos dedos: cria relacionamentos; constrói e destrói objetos; lembranças e heranças, propriedades e ações. Atua de maneira intuitiva e, a partir da intuição – acaso – faz, ou desfaz, universos regidos por leis. Domina três campos: o morfológico – forma –, o sintático – estrutura – e o semântico – significado.<br />
No domínio da morfologia, o jogador trabalha com desinformação e informação, ou informação e desinformação, em eterno retorno. Os aspectos sintáticos referem-se à lógica, razão em forma de pensamento estrutural, responsável por dispor os elementos gramaticais das linguagens que possibilitam o brincar com a luz de maneira convencional mas, ao mesmo tempo, poética: com pouco se diz muito e há beleza no que se diz. Beleza matemática e dinâmica.<br />
Semanticamente têm-se campo aberto, fértil e disponível para a colheita recombinatória advinda do plantio realizado nos aspectos morfológicos e sintáticos. Domínio da recombinação, cujo modo de ser é o da loucura, e o modo de ser desta é o daquela: “O louco reúne todos os signos e os preenche com uma semelhança que não cessa de proliferar [...] o louco carrega todos os signos com uma semelhança que acaba por apagá-los” (Foucault, 2002:68). A loucura, que Schopenhauer diz ter identificado muitas vezes com a pura genialidade.<br />
Novamente loop: eterno retorno: tempo de magia: arte: espaço para imaginação. Imaginação é abertura para a reconstrução de histórias a partir de fragmentos da memória – descontinuidade, portanto pensamento imagético, que o cinema tão bem explorou. Loucura, no sentido de atribuir sentido a partir de fragmentos desconexos, unidos somente pelo jogo dos jogos: manipular simbólico da luz.<br />
Os aparelhos, através da mágica da digitalização e da magia dos novos brinquedos, se esvaziam e se preenchem constantemente, exigindo nova velha lógica: a de desinformação, do perder a forma para rapidamente adquirir outra. Forma abstrata, fruto da lógica dos novos brinquedos: os softwares.<br />
É fato que os antigos tem vontade de se portarem como os novos, os que carregam os cajados luminosos. Porém, a preguiça e a insegurança em voltar a brincar – reaprendizado – bloqueiam, paralizam suas ações. Resta bravejar antigos insultos aos jogadores, entres eles o mais mesquinho e sem fundamento de todos: que este jogar com a luz é mero jogar técnico, despido de caráter poético, humano: que o manipular dos novos jogos – com suas regras em constantes mudanças – não passa de pirotecnia adolescente que logo será esquecida em prol da volta do bem pensar e do bem jogar. A luz é tão forte que os impede de ver que neste novo jogar o papel da técnica é colocado em segundo plano, estando a serviço de um pensar híbrido, sofisticado, não compartimentado por excelência. A preguiça das mentes quase exauridas as leva a perceber apenas o mero default, o jogo em seu estado mais frágil, superficial e preguiçoso.<br />
A luz traz espaços infinitos de apresentação, onde a idéia se livra do representar, do fenômeno, das coisas, e penetra em abismo sugador, espiral sem fim, ligada a pontos nodais infinitos: hiper apresentação. Dada uma iluminação clara e límpida, todas as partes e relações se tornam plenamente visíveis, em sintonia com uma beleza extremamente profunda e tocante: “A luz é o mais aprazível das coisas, uma vez que é a condição e o correlato objetivo do mais perfeito modo de conhecimento intuitivo” (Schopenhauer, 2001:143).<br />
A manipulação mais sofisticada é, portanto, o jogar com a luz, energia, que atualmente encontra-se em expansão nas memórias coletivas digitais – entornos dos espaços infinitos de apresentação, trazidos à realidade pelos novíssimos brinquedos: linguagens de programação.<br />
Schiller (1995:83) afirmou: “O homem joga somente quando é homem no pleno sentido da palavra e somente é homem pleno quando joga”. Não seria exagero, entretando, dizer: O homem contemporâneo só é homem pleno se programa, se joga o jogo luminoso.</p>
<p>Referências bibliográficas<br />
FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2002.<br />
GIBSON, William. Count Zero. São Paulo: Aleph, 2008.<br />
_______________ Idoru. São Paulo: Conrad, 1999.<br />
SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem. São Paulo: Iluminuras, 1995.<br />
SCHOPENHAUER, Artur. Metafísica do belo. São Paulo: UNESP, 2001.</p>
<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/teogoniaCARTAZ.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/teogoniaCARTAZ.jpg" alt="cartaz seminário imagens da cultura / cultura das imagens" title="cartaz seminário imagens da cultura / cultura das imagens" width="439" height="620" class="size-full wp-image-1268" /></a></p>
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		<title>¨¥ novíssima configuração</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 21:06:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[novíssima configuração do +zero]]></description>
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 a todos que perguntam que fim levou o +zero, informamos que depois de um período de ostracismo em breve teremos uma novíssima configuração do +zero. em breve!</p>
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		<title>¬ø dicas para montar o seu home studio</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 03:46:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[como montar um home studio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/6238_g.jpg"><img src="http://www.maiszero.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/6238_g.jpg" alt="micro para home studio" title="micro para home studio" width="350" height="300" class="size-full wp-image-1251" /></a></p>
<p>Muitos leitores do meu blog me perguntam como poderiam<br />
montar um estúdio de produção musical em casa.</p>
<p>Quais seriam os equipamentos, softwares e cuidados com<br />
a acústica, para quem pretende iniciar uma carreira<br />
como produtor musical.</p>
<p>Se eu fosse ordenar estes itens e decidir onde investir<br />
mais tempo e dinheiro, a minha ordem de prioridades seria:<br />
1. Conhecimento<br />
2. Sala (acústica, elétrica)<br />
3. Equipamentos e Softwares</p>
<p>Eu tive a oportunidade de fazer dezenas de projetos acústicos,<br />
para estúdio pequenos e grandes. Experimentei equipamentos<br />
raros e caríssimos. Já trabalhei com profissionais experientes<br />
e iniciantes.</p>
<p>Por isso, posso te afirmar com segurança:<br />
EQUIPAMENTOS E SOFTWARES SÃO APENAS FERRAMENTAS!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
É por esta razão que meus cursos não ensinam a<br />
produzir em um software em particular e nem se prendem a<br />
modelos específicos de equipamentos e plugins.</p>
<p>Cada produtor tem as suas preferências. Muitas das ferramentas<br />
atuais serão substituídas em poucos meses. É humanamente<br />
impossível ficar trocando de software, ou aprender a usar novos<br />
equipamentos todos os meses, para fazer A MESMA COISA.</p>
<p>A intimidade e a produtividade que um profissional tem com<br />
suas ferramentas pesam muito mais do que as ferramentas em si.</p>
<p>Certamente você conhece desenhistas que fazem um retrato perfeito,<br />
usando apenas um simples lápis. Se eu tivesse todas as tintas e<br />
pinceís do mundo, não conseguiria pintar meu rosto com um<br />
décimo da precisão. Porque não conheço a ARTE e não aprendi<br />
as TÉCNICAS.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Na lista de prioridades, o melhor investimento que você pode<br />
fazer numa carreira é o CONHECIMENTO. Faça cursos, procure estágios,<br />
produza músicas sem pretensão comercial, grave os amigos.<br />
Estude muito, revistas e livros.</p>
<p>Nenhum software moderno ou microfone caro irá substituir o<br />
seu conhecimento. Naturalmente, conhecimento requer dedicação<br />
e tempo. Não aprendi tudo o que sei em poucos meses, e sei<br />
que preciso seguir estudando por muitos anos, para aprender<br />
tudo o que desejo neste momento. É um processo constante,<br />
passo a passo, conceito após conceito.</p>
<p>Se a vontade de comprar um equipamento é grande e você já<br />
está procurando modelos no mercado, então tenho uma revelação<br />
a fazer: sua sala é um equipamento que ESTÁ SEMPRE LIGADO!</p>
<p>Você é obrigado a conviver com ele, queira ou não, sem poder<br />
desligar ou trocar por outro modelo.</p>
<p>Para piorar, salas que não possuem tratamento acústico funcionam<br />
como EQUALIZADORES, REVERBS e EFEITOS como chorus e flanger,<br />
que estão modificando o que você escuta a todo instante. Como<br />
tomar uma decisão e contar com os seus outros equipamentos se<br />
a sala está prejudicando todo o conjunto?</p>
<p>É por isso que ACÚSTICA é prioridade em relação aos equipamentos<br />
e softwares. A energia elétrica também influencia MUITO na<br />
qualidade de áudio e precisa ter um mínimo de confiabilidade.</p>
<p>As necessidades de acústica, naturalmente, variam de acordo<br />
com as intenções da sala: mixagem, gravação, masterização etc.<br />
Mas essa dica é para lembrar que nem sempre um bom par de fones<br />
de ouvido ou monitores são suficientes. Não vale a pena gastar seu<br />
dinheiro em ferramentas melhores se a sala ainda não está tratada.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
MEU HOME STUDIO</p>
<p>Se você ainda não viu, tenho uns vídeos que mostram meu Home Studio,<br />
um pouco do tratamento acústico e alguns dos equipamentos que utilizo.</p>
<p>http://www.audicaocritica.com.br/o-que-e/258-meu-home-studio.html</p>
<p>Numa próxima newsletter, vou te passar sugestões de equipamentos<br />
fundamentais para ajudar no planejamento do seu Home Studio.<br />
Até lá!</p>
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		<title>πø vanessa dança jazz, mas trabalha no bar</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 03:21:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[vanessa faz caipivodka]]></description>
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<p>
é artista</p>
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		<title>∫© hipersatanismo 0.1</title>
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		<description><![CDATA[thiago mentor não gosta de aranhas]]></description>
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<p>
transvestimento</p>
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