Arquivo da Categoria ‘2012’

ˆª macumba desenfreada: homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

25 de agosto de 2010

homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

retomando o +zero, voltamos com macumba completa e irrestrita: homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão, para o ser urbano. trata-se de projeto de instalação em forma de macumba. macumba sincrética sonora que surge de uma idolatria, um culto a imagens. a imagem materializada neste caso é composta por uma pequena base, um semi altar, onde repousam as figuras de dois pequenos preto-velhos (pai profeta e pai joão), ou pai-pretos (pai profeta e pai joão), dotados de características sonoras. a partir da concreção de algumas possibilidades emergentes de suas características sonoras surge um diálogo, uma troca, a construção de um lugar constituído por processos de comunicação. as entidades comunicam-se a partir do texto das cidades invisíveis, de italo calvino. trechos do texto invisível são intercambiados de forma recombinante. em meio a todos estes signos que giram está paulo henrique, o homenageado, a quem a macumba é devotada. paulo henrique, entidade cosmopolita, habitante invisível das grandes cidades, apresenta-se fenomenologicamente como a imagem de um mapa de uma pólis imaginária – fruto de seus processos inconscientes –, que serve de pano de fundo para a macumba. a intenção das preces dos preto-velhos, ou pai-pretos, é a exaltação deste ser urbano invisível, desencarnado na figura-mapa de paulo henrique. o diálogo-macumba-homenagem é intenso e ininterrupto. acompanham a instalação-macumba oferendas em forma de livro-arte-utilitário construído especialmente para o ritual que, seguindo a tradição de todo tipo de oferenda, será jogado ao abismo e ao esquecimento logo em seguida. em frente ao semi-altar os espectadores e visitantes poderão postar oferendas, para a glória dos preto-velhos, ou pai-pretos, e de paulo henrique, o homenageado. finalmente, a seguinte legenda estará presente:

homenagem a paulo henrique
pmdn +zero do brasil, 2010
instalação-diálogo-homenagem em forma de macumba
2 preto-velhos, ou pai-pretos, de cerâmica pintados, imagem fotográfica, base semi-altar, aparato eletrônico para a produção sonora, produção sonora

a instalação-diálogo-homenagem será realizada nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2010, no ser urbano.

homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

•¶ nicolau centola discute os rumos da arte computacional

28 de julho de 2010

nicolau centola

já de volta ao brasil, tive o prazer de receber esta tarde o sr. nicolau centola, do ++caycepollard coletivo de arte computacional;, em minha residência, para discutirmos os rumos da arte computacional no mundo e traçarmos metas para o próximo semestre. foi conversa deveras produtiva, onde saboreamos queijo coalho e salsichas com suco de melancia e água de coco. em breve novidades

•ª do porto

9 de julho de 2010






•ª seminário no porto, com certeza

24 de junho de 2010

seminário imagens da cultura / cultura das imagens
do dia 30/06 ao dia 04/07 estarei no porto, participando pela terceira vez do seminário imagens da cultura / cultura das imagens, desta vez sem a presença abismal de pernite

a textolatria:
DO JOGAR E DO PROGRAMAR: UM NOVO REGIME DE PRODUÇÃO DE SENTIDO A PARTIR DAS RELAÇÕES ENTRE TEXTOLATRIA E MAGICIZAÇÃO
Fabrizio Augusto Poltronieri

O presente estudo busca dar alguma legibilidade ao momento contemporâneo em que a cultura e a civilização encontram-se, a partir da perspectiva quase-dialética de produção de sentido através das imagens criadas tendo como substrato um conjunto de textolatrias científicas. Essas imagens, ou tecno-imagens, representam, por serem frutos da ciência, uma abstração textual e apresentam o desafio, em forma de jogar desterritorializado, de serem decodificadas por mentes que não necessariamente possuem a chave do código necessária a tal decriptografia. No centro desta relação apresenta-se o conceito filosófico de jogo, elemento basilar para compreendermos o papel que a codificação textual tem na passagem do funcionário para jogador, o ser em estado estético que está em condições de ler, escrever e compreender as novas morfologias, sintaxes e semânticas textuais e imagéticas (mágicas).
Palavras-chave: Aparelho, jogo, texto, mágica, imagem

class HelloWorld {
static public void main( String args[] ) {
System.out.println( “Hello World!” );
}
}

Código Java para “Hello World” – usualmente o
primeiro programa que alguém escreve ao
aprender uma linguagem de programação

Os brinquedos mais avançados da atualidade são: C++ [néctar supremo], Pike, Java, Processing, PureData, Max/MSP, openFrameworks, GCC [mestre dos mestres] e toda a miríade vasta de compiladores e interpretadores encontrados nos recônditos mais conhecidos e nos cantos mais escondidos do mundo criado por Eles, pelos deuses e demônios – verdadeiros anjos – do renascimento pós-industrial: mundo em redemoinho dos aparelhos, brinquedos da liberdade. Brincar com eles é via de acesso para a libertação.
Estes deuses e demônios manipulam com seus baratos e descartáveis Sandbenders a quintessência cósmica: energia, em sua forma mais maleável: a luz. Manipulação que não envolve esforço físico, mas brincar lógico. Brincar de criar abrindo e fechando portas lógicas. Brincar de destruir controlando pulsos elétricos de baixas voltagens.
Assim se constitui o mundo humano hoje. O mundo da cultura. O mundo cujo modo de ser e aparecer é a forma lúdica do brincar desinteressado, mas ao mesmo tempo engajado em suas regras. O que seria contradição lógica, ou até mesmo ética – e portanto estética –, em outros tempos hoje dissolve-se no interior das caixas manipuladoras de luz: os aparelhos, abismos capazes de reunir de vez o desinteresse intuitivo de Schopenhauer com a vontade de potência de Niestzche, em experiências onde o sublime – tanto dinâmico quanto matemático – é alcançado pelo desvendar e dominar dos códigos responsáveis pela criação cósmica. Do cosmos que se expande ao ser sugado para dentro do abismo luminoso dos sagrados aparelhos, que realizam a mediação entre Eles – entre o céu e o inferno – e os mortais que sacrificam suas vidas nos templos que emanam luz. Sugamento reverso: queda em abismo luminoso.
Os antigos, que neste universo ainda estão vivos, bravejam suas maldições e antigos encantos contra os novos sacerdotes e seus cajados luminosos. Porém, ao contrário do que acontecia em tempos ainda recentes, as maldições entoadas apenas refletem nos espelhos – escudos protetores dos novos messias – e retornam com força máxima em direção aos profetas do passado, na forma irresistível de sedução luminosa. A luz, energia, é tão intensa e poderosa que cega até os mais protegidos pelo antigo manto conceitual sagrado – combatido já por Schopenhauer e capaz de realizar as associações mais transloucadas em nome da razão – e só resta a estes seres trabalharem para os aparelhos, em completa e absoluta narcose. Neste nível estão filósofos, artistas, acadêmicos, cientistas e demais neo-estruturalistas que insistem em querer encaixar – lançar suas pragas – em direção aos novos deuses e demônios. Ocorre que seus compartimentos, destinados a etiquetar os fenômenos com rótulos chamados de representação, sentido, significação, função, forma, certeza, estética, indústria cultural, experiência e jogo – entre outros buracos negros reproduzidos desde os tempos em que a escrita surgiu, rasgando imagens e querendo moldar o real a sua forma – não suportam mais as hiper categorias promovidas pela hibridização constante do incansável facho de luz. As velhas magias perderam o efeito. Os obsoletos castelos poderosos ruiram e os nobres que os habitavam perderam completamente o sentido [o que é sentido diante da luz cegante?]. Em suma: suas doutrinas foram assimiladas e não doutrinam mais. O brinquedo antigo quebrou.
Os novos brinquedos, criados e movidos pela luz, funcionam em loop, repetição ad infinitum, ciclo tão bem conhecido e descrito já por Heráclito, nos séculos VI e V antes da conhecida era cristã, ocidental e linearizante – por ser era escrita –, sendo os cristãos – herdeiros das tábuas sagradas recebidas no monte Sinai por Moisés – reconhecidos iconoclastas.
A luz se articula a partir de jogo simbólico combinatório, permutacional. O novo velho jogo da linguagem lança-se, da maneira como quis Foucault, como vigorosa trama sobre o mundo dos homens, que tentam encobrir o real com seu véu – artifício feminino – chamado linguagem: nominalismo, linguagem – não apenas língua – e realidade. Ou seria fantasia (re)combinatória?
O caráter construtivo, e constitutivo, da linguagem se desnuda com a luz. O novo bravo mundo se revela construído por lógicas de comparação simples, em seus núcleos, mas complexas em seus efeitos; dados variáveis já declarados em escopos e tipificações definidos; dados constantes que moldam parâmetros e regras de percepção – e consequentemente do jogar –, ou da atualização das possibilidades e necessidades do jogo. Iterações em ciclos que se repetem até condições algoritimicas específicas serem cumpridas. Regras sob o julgo constante e incansável de um elemento essencial, mas que foi negado por séculos pelos primitivos: o acaso.
Estes primitivos guerreiros – com suas pesadas armaduras e seus escudos formados pela incansável textolatria – foram impulsionados, na era pós-Gutenberg, pelo aparentemente interminável processo de escurecimento técnico do papel, que consistia em criar fôrmas para cópia e tingir com tinta o suporte, de modo cada vez mais rápido e eficiente. A indústria do mass media, tão criticada pelos velhos e persistentes combatentes alemães – todos sabem os seus nomes, pois suas doutrinas já ineficientes ainda são repetidas à exaustão até hoje –, começou muito antes do que o pensar raso pode supor.
Tinta sobre papel. Qual é o efeito da luz constante sobre esta dupla? Verdadeiro iluminismo, rápida borracha que não deixa vestígios, marcas. O pigmento não resiste à luz. Desfaz-se. O processo iniciado por Gutenberg – depositar tinta sobre papel rapidamente e repetidamente –, configura e molda literalmente a era conhecida como moderna, carregando em si seu próprio veneno, já que embora o objetivo mestre deste processo seja a imortalidade, alimentada através da reprodução técnica sólida e paralizante, os modelos – formas de pensar – já anunciavam a luz, a liquidez: eram móveis. Tal mobilidade atravessa séculos para ser percebida de modo atento, pois adotou estratégia de camuflagem: escondeu-se por trás do manto da imortalidade. Esperou pacientemente a chegada dos aparelhos e dos novos cowboys – deuses e demônios –, hackers e crackers.
Gutenberg dá forma a máquina, a base para um mundo conceitual e físico que absorve luz. A máquina engole energia. É buraco negro no sentido cósmico. Começa com a idéia de iluminar, mas o irreversível processo entrópico a que está subjulgada leva a sua morte, ao desaparecimento do sistema maquínico. E ao desaparecimento de tudo o que gira a seu redor. A máquina suga a si mesma e a tudo o que produziu. Morre porque permaneceu estancada em sua eterna loucura e incansável guerra por manter sua lei e impô-la aos homens. Homens subjulgados pelo aspecto maquínico linearizante. Repetição não-algoritimica, pois não se atualiza. Não joga. Simplesmente racha, por ser rígida. Não percebe que a única salvação para estancar o sangramento, hemorragia que escorre pelas rachaduras, é o diálogo com o acaso. A máquina e o tipo de pensamento que a criou estão dominados pela sensibilidade do séc. XVII.
A passagem de um modo de ser e sentir infinito, marcado por similitudes como o séc. XVI, para um jogo finito dá-se no século seguinte, XVII, onde a ciência, finalmente, instaura-se como o modo de pensar dominante e ajuda a sedimentar as bases do que conhecemos como modernidade: este grande período que intentou controlar absolutamente as possibilidades nos diversos campos do saber a partir da ciência: processo de negação do acaso, a partir de conjuntos de juízos considerados seguros. Generalização, já que não se conhece, pelo método científico, o ser complexo das coisas, mas sim a maneira como estas podem ser conhecidas pelo estabelecimento de relações: razão.
Portanto os antigos, mestres das máquinas e dos processos de absorção da luz, temem o acaso. Temem os novos deuses e demônios – anjos – que singram o tempo/espaço em seus pégasus velozes, pois estes não absorvem luz. Emitem luz. São fontes da energia primeira e incansável. Voam através das novas versões que não se pretendem imortais, mas absolutamente efêmeras: alpha, beta, 0.1, 0.2, 0.3, 1.0, 1.5, 2.0, 2.2.1. A mobilidade se desfaz do manto da imortalidade. Mostra, com toda força, seu verdadeiro modo de ser. Da absorção (máquina) para a emissão (aparelho) de luz. A luz anseia a onipresença fugaz: girar rapidamente por tudo: cegar, como no mito platônico da caverna, quando um dos acorrentados se livra e contempla a realidade exterior – o mundo verdadeiro das Idéias – e a luz faz com que seus olhos sintam dor de um modo insuportável, cegando-o. Lentamente, porém, este ser passa a ver as sombras; em seguida as imagens das coisas e, finalmente, as próprias coisas. Pode, livre pela luz, ver o céu noturno, admirar-se com as estrelas e com a lua; deslubrar-se com o amanhecer – o espetáculo do sol – e com a vivacidade de um mundo antes inimaginável.
Neste jogo luminoso só brinca quem sabe programar, quem transferiu sensibilidade e intuição para a ponta dos dedos – órgãos mais sensíveis no jogo de manipulação simbólica da luz. O jogador é programador, não mero funcionário passivo. Não senta-se em arquibancada para, de maneira anestesiada, vislumbrar o que acontece na arena. Ao contrário, participa efetivamente da narração simbólica – conjunto de ações que se desenvolvem em espaço/tempo agora luminoso.
Quem programa – joga – é deus ou demônio: destrói ou cria com a ponta dos dedos: cria relacionamentos; constrói e destrói objetos; lembranças e heranças, propriedades e ações. Atua de maneira intuitiva e, a partir da intuição – acaso – faz, ou desfaz, universos regidos por leis. Domina três campos: o morfológico – forma –, o sintático – estrutura – e o semântico – significado.
No domínio da morfologia, o jogador trabalha com desinformação e informação, ou informação e desinformação, em eterno retorno. Os aspectos sintáticos referem-se à lógica, razão em forma de pensamento estrutural, responsável por dispor os elementos gramaticais das linguagens que possibilitam o brincar com a luz de maneira convencional mas, ao mesmo tempo, poética: com pouco se diz muito e há beleza no que se diz. Beleza matemática e dinâmica.
Semanticamente têm-se campo aberto, fértil e disponível para a colheita recombinatória advinda do plantio realizado nos aspectos morfológicos e sintáticos. Domínio da recombinação, cujo modo de ser é o da loucura, e o modo de ser desta é o daquela: “O louco reúne todos os signos e os preenche com uma semelhança que não cessa de proliferar [...] o louco carrega todos os signos com uma semelhança que acaba por apagá-los” (Foucault, 2002:68). A loucura, que Schopenhauer diz ter identificado muitas vezes com a pura genialidade.
Novamente loop: eterno retorno: tempo de magia: arte: espaço para imaginação. Imaginação é abertura para a reconstrução de histórias a partir de fragmentos da memória – descontinuidade, portanto pensamento imagético, que o cinema tão bem explorou. Loucura, no sentido de atribuir sentido a partir de fragmentos desconexos, unidos somente pelo jogo dos jogos: manipular simbólico da luz.
Os aparelhos, através da mágica da digitalização e da magia dos novos brinquedos, se esvaziam e se preenchem constantemente, exigindo nova velha lógica: a de desinformação, do perder a forma para rapidamente adquirir outra. Forma abstrata, fruto da lógica dos novos brinquedos: os softwares.
É fato que os antigos tem vontade de se portarem como os novos, os que carregam os cajados luminosos. Porém, a preguiça e a insegurança em voltar a brincar – reaprendizado – bloqueiam, paralizam suas ações. Resta bravejar antigos insultos aos jogadores, entres eles o mais mesquinho e sem fundamento de todos: que este jogar com a luz é mero jogar técnico, despido de caráter poético, humano: que o manipular dos novos jogos – com suas regras em constantes mudanças – não passa de pirotecnia adolescente que logo será esquecida em prol da volta do bem pensar e do bem jogar. A luz é tão forte que os impede de ver que neste novo jogar o papel da técnica é colocado em segundo plano, estando a serviço de um pensar híbrido, sofisticado, não compartimentado por excelência. A preguiça das mentes quase exauridas as leva a perceber apenas o mero default, o jogo em seu estado mais frágil, superficial e preguiçoso.
A luz traz espaços infinitos de apresentação, onde a idéia se livra do representar, do fenômeno, das coisas, e penetra em abismo sugador, espiral sem fim, ligada a pontos nodais infinitos: hiper apresentação. Dada uma iluminação clara e límpida, todas as partes e relações se tornam plenamente visíveis, em sintonia com uma beleza extremamente profunda e tocante: “A luz é o mais aprazível das coisas, uma vez que é a condição e o correlato objetivo do mais perfeito modo de conhecimento intuitivo” (Schopenhauer, 2001:143).
A manipulação mais sofisticada é, portanto, o jogar com a luz, energia, que atualmente encontra-se em expansão nas memórias coletivas digitais – entornos dos espaços infinitos de apresentação, trazidos à realidade pelos novíssimos brinquedos: linguagens de programação.
Schiller (1995:83) afirmou: “O homem joga somente quando é homem no pleno sentido da palavra e somente é homem pleno quando joga”. Não seria exagero, entretando, dizer: O homem contemporâneo só é homem pleno se programa, se joga o jogo luminoso.

Referências bibliográficas
FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
GIBSON, William. Count Zero. São Paulo: Aleph, 2008.
_______________ Idoru. São Paulo: Conrad, 1999.
SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem. São Paulo: Iluminuras, 1995.
SCHOPENHAUER, Artur. Metafísica do belo. São Paulo: UNESP, 2001.

cartaz seminário imagens da cultura / cultura das imagens

¬ø dicas para montar o seu home studio

6 de junho de 2010

micro para home studio

Muitos leitores do meu blog me perguntam como poderiam
montar um estúdio de produção musical em casa.

Quais seriam os equipamentos, softwares e cuidados com
a acústica, para quem pretende iniciar uma carreira
como produtor musical.

Se eu fosse ordenar estes itens e decidir onde investir
mais tempo e dinheiro, a minha ordem de prioridades seria:
1. Conhecimento
2. Sala (acústica, elétrica)
3. Equipamentos e Softwares

Eu tive a oportunidade de fazer dezenas de projetos acústicos,
para estúdio pequenos e grandes. Experimentei equipamentos
raros e caríssimos. Já trabalhei com profissionais experientes
e iniciantes.

Por isso, posso te afirmar com segurança:
EQUIPAMENTOS E SOFTWARES SÃO APENAS FERRAMENTAS!

——————————————————
É por esta razão que meus cursos não ensinam a
produzir em um software em particular e nem se prendem a
modelos específicos de equipamentos e plugins.

Cada produtor tem as suas preferências. Muitas das ferramentas
atuais serão substituídas em poucos meses. É humanamente
impossível ficar trocando de software, ou aprender a usar novos
equipamentos todos os meses, para fazer A MESMA COISA.

A intimidade e a produtividade que um profissional tem com
suas ferramentas pesam muito mais do que as ferramentas em si.

Certamente você conhece desenhistas que fazem um retrato perfeito,
usando apenas um simples lápis. Se eu tivesse todas as tintas e
pinceís do mundo, não conseguiria pintar meu rosto com um
décimo da precisão. Porque não conheço a ARTE e não aprendi
as TÉCNICAS.

——————————————————
Na lista de prioridades, o melhor investimento que você pode
fazer numa carreira é o CONHECIMENTO. Faça cursos, procure estágios,
produza músicas sem pretensão comercial, grave os amigos.
Estude muito, revistas e livros.

Nenhum software moderno ou microfone caro irá substituir o
seu conhecimento. Naturalmente, conhecimento requer dedicação
e tempo. Não aprendi tudo o que sei em poucos meses, e sei
que preciso seguir estudando por muitos anos, para aprender
tudo o que desejo neste momento. É um processo constante,
passo a passo, conceito após conceito.

Se a vontade de comprar um equipamento é grande e você já
está procurando modelos no mercado, então tenho uma revelação
a fazer: sua sala é um equipamento que ESTÁ SEMPRE LIGADO!

Você é obrigado a conviver com ele, queira ou não, sem poder
desligar ou trocar por outro modelo.

Para piorar, salas que não possuem tratamento acústico funcionam
como EQUALIZADORES, REVERBS e EFEITOS como chorus e flanger,
que estão modificando o que você escuta a todo instante. Como
tomar uma decisão e contar com os seus outros equipamentos se
a sala está prejudicando todo o conjunto?

É por isso que ACÚSTICA é prioridade em relação aos equipamentos
e softwares. A energia elétrica também influencia MUITO na
qualidade de áudio e precisa ter um mínimo de confiabilidade.

As necessidades de acústica, naturalmente, variam de acordo
com as intenções da sala: mixagem, gravação, masterização etc.
Mas essa dica é para lembrar que nem sempre um bom par de fones
de ouvido ou monitores são suficientes. Não vale a pena gastar seu
dinheiro em ferramentas melhores se a sala ainda não está tratada.

——————————————————
MEU HOME STUDIO

Se você ainda não viu, tenho uns vídeos que mostram meu Home Studio,
um pouco do tratamento acústico e alguns dos equipamentos que utilizo.

http://www.audicaocritica.com.br/o-que-e/258-meu-home-studio.html

Numa próxima newsletter, vou te passar sugestões de equipamentos
fundamentais para ajudar no planejamento do seu Home Studio.
Até lá!

πø vanessa dança jazz, mas trabalha no bar

6 de junho de 2010

é artista

∫© hipersatanismo 0.1

6 de junho de 2010

transvestimento

©¥ tom wayne, o batman do +zero do brasil sil sil sil

6 de junho de 2010

a vida num tá fácil pra ninguém

·‚ uma das imagens mais bonitas já produzida por um aparato computacional

6 de junho de 2010

zoomTeogonomico

um belo zoom teogonomico

˙∆ teogonismo

23 de maio de 2010

teogonia icônica

A partir de algoritmos o computador nos apresenta o resultado dos jogos que foram tensionados dentro de sua memória. Chamaremos este conjunto de programas de “teogonia icônica: imagens do deus computacional”, em algumas versões. Tomamos o termo “teogonia” emprestado de um poema escrito por um grego chamado Hesíodo, que viveu no final do século VIII a.C.:

“Hesíodo foi um mestre da poesia instrutiva; viveu em Ascra, na Beócia, na parte central da Grécia continental, e é recordado agora por seus dois poemas, a teogonia e os trabalhos e os dias. O primeiro pode ser chamado de ‘genealogia dos deuses’, sendo um poema sobre os mitos do panteão grego de deuses e deusas” (Ronan, 1987:67).

Hesíodo viveu no início do que podemos chamar da era de ouro da civilização grega. Sendo assim, sua obra ainda tem um ar micênico e minoano, sendo ele ao mesmo tempo herdeiro das antigas civilizações mediterrâneas e progenitor, junto com Homero, de uma nova era. Como herdeiro de uma cultura anterior, Hesíodo segue a antiga tradição do menestrel e do contador de histórias (ibidem).

RONAN, Colin. História ilustrada da ciência. Volume 1: Das origens à Grécia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1987.

teogonia icônica

¥π breu quase que eterno

23 de maio de 2010

breu

muitas foram as dificuldades, mas vencemos. por um período todos pensaram que o +zero havia agonizado e desistido. vários foram os emails e os clamores, arguindo-nos acerca das razões pelas quais o site +zerístico estava em outra órbita. não foi por falta de recursos financeiros, já que todos sabem que o +zero é riquíssimo. o mais importante é que tudo já está normalizado e a dominação continua, mesmo com este prelúdio de 2012

PATOTISMO: OU DO GUETO QUENTE E IMUNDO DA ARTE

13 de abril de 2010

paulao13

São Paulo, 13 de abril de 2010.

Caros Compatriotas,

Chega o momento de tratarmos de outro aspecto nefasto do campo que mapeamos e nomeamos – nominalismo – de arte. As distorções que a arte cria na racionalidade humana e nos espíritos corretos são várias e muitas delas já foram dissecadas e externalizadas por nós em outras oportunidades. Temos que desmascarar agora o patotismo, ou a característica presente nos seres capoeiristas de se unirem em bandos com a intenção clara de espalharem, como um vírus, suas idéias e ações que tanto mal causam nos espíritos mais fracos, suscetíveis ao discurso da arte. Com o objetivo de angariarem o maior montante possível de recursos públicos ou privados na forma de editais supostamente dedicados à cultura, as patotas revezam as premiações entre seus integrantes. Queremos aproveitar para esclarecer que cultura diz respeito a cultivo, e devemos cultivar o que é em essência bom e promissor, e não o espírito ganancioso de artistas enfiados em confortáveis buracos quentes sob o solo que se instalam os patotistas. Na falta de editais, as patotas organizam-se e protestam veementemente junto dos que dedicam-se a dirigir, politicamente e pateticamente, o destino de fundos públicos e privados. Dentes estes destaca-se, atualmente, Cássio Quitério, do SESC. Os fundos denominados privados revelam-se, em verdade, públicos, já que apoiados por leis patotistas que legislam em direito próprio, os recursos privados destinados ao financiamento das propostas absurdas apresentadas pelas patotas é abatido integralmente do imposto de renda devido por estas instituições particulares obscuras. Qualquer um que tente revelar ou insugir-se contra o caráter imundo das agremiações a que chamamos de patotas é imediatamente hostilizado e xingado através das palavras mais infames e depreciativas. Fora de uma patota, estabelecida em universidades, centros de arte, museus, galerias ou prêmios, não há a menor possibilidade de acessar o torrencial oceano de dinheiro dos editais. Quem recusa-se a aderir ao universo patotístico é deixado a margem, marginalizado de maneira brutal, já que não integra esta classe tenebrosa: a classe dos artistas.

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

DO VIGARISTA PAPEL CORROMPEDOR DA ARTE

29 de março de 2010

paulao13

São Paulo, 29 de março de 2010.

Caros Compatriotas,

Todos já sabemos que o modo de ser – substância – e de aparecer – fenônemo – do artista é a vigarice. Vigarice barata que encontra solo fértil nas cavernas quentinhas da promiscuidade. Falta desmascarar o modo de operação – modus operandis -, de maneira mais detalhada e atenta, destes que se dizem artistas ou que produzem algum tipo de atividade que possa encaixar-se nas categorias da farsa ilusória (arte).

Platão, guardião da beleza, posicionava-se corretamente a favor da maior racionalidade possível sempre, considerando que a poesia mimética é nociva por fazer uso de emoções extremas e de ações guiadas pela emoção. A poesia mimética se dirige e gratifica a porção inferior, a parte de nós que se lamenta e faz isso as custas da parte racional que deveria governar as almas saudáveis. Os heróis, com suas questões e lamentações, podem corremper até mesmo os indivíduos que são governados pela porção da alma nobre, racional. O distanciamento provocado pelo contexto artístico nos leva, maqueavelicamente, a uma valoração de sentimentos que devemos evitar na vida real. A arte corrempe por criar réplicas mal feitas de formas ideais. Através da mentira tais réplicas comovem, enganam e iludem. Cabe ao homem de bem, ao ser que se pauta pela retidão, afastar-se destas figuras nefastas engendradas pelos vigaristas que se denominam artistas. Em contato com a arte nós relaxamos a guarda e permitimos um colapso de nossa racionalidade. Entramos em transe pernicioso. Nossa simpatia com a vigarice que é a arte decorre do fato de que esta nos dá inegável prazer. Um prazer perigoso, corrosivo, pois deixamos de valorar o que é essencial para deliciarmo-nos cada vez mais com o fácil prazer que a mentira nos oferece. Este hábito pode acabar por corromper completamente nosso compromisso e ligação com a racionalidade e com a verdade na vida real, fora da loucura da ficção da arte. De tanto absorver e ser absorvido pelas imagens miméticas insanas da arte, o homem, psicologicamente abalado, passa a agir e reagir de modo semelhante em sua vida real. Por isso o homem são, saudável em suas faculdades físicas e mentais, deve ser iconoclasta e ter verdadeiro horror as imagens, ídolos vazios. Adorar as imagens é ser completo servo da vigarice, é colocar uma camisa de força em si. A arte, e os vigaristas que dela se locupletam, devem ser abandonados a seus próprios destinos e declínio, de modo que os homens de bem possam prevalecer sobre a terra, acompanhados da correta beleza e do correto desenvolvimento do corpo e da alma, unidos em um só ideal: a verdade eterna, imutável, indissolúvel e inquestionável.

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

µ∆ teogonia icônica: imagens do deus computacional

12 de março de 2010

artur matuck se arrependeu de marchar

µ˜visita: vilém flusser

18 de fevereiro de 2010

túmulo de vilém flusser

direto do túmulo de vilém flusser no novo cemitério judeu de praga. “vilém flusser? nunca ouvi falar!”

¨• o dna-fruto: mutação de nibiru surtopia 2012

18 de fevereiro de 2010

o dna-fruto

surtopia-nibiru 2012 já apresenta seus sintomas há muito tempo. as mutações genéticas estão mais do que presentes na ilha metafísica, com os múltiplos ângulos do dna-fruto: “eu queria ser filho de heidegger”

>>> comentários gerais #8 – 09/01/2010

9 de janeiro de 2010

napoleão absoluto – comentários gerais – pmdn +zero do brasil

oitavíssima edição do podcast triunfante do pmdn +zero do brasil: COMENTÁRIOS GERAIS. trazemos considerações semanais sobre tudo do mundo.

ouça aqui o comentários gerais #7
ouça aqui o comentários gerais #6
ouça aqui o comentários gerais #5
ouça aqui o comentários gerais #4
ouça aqui o comentários gerais #3
ouça aqui o comentários gerais #2
ouça aqui o comentários gerais #1

comentarios gerais - pmdn +zero do brasil

 

^\ mip2 – manifestação internacional de performance – exercício III: do processo aleatório da lei – novíssimas aparições abençoadas por marcos rizolli

30 de novembro de 2009

mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
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mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
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mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei

rolê da pilantragem a milhão. quem pode parar o pmdn?

_¨ rolê da maloqueragem umbandista em belo horizonte: mip2 – manifestação internacional de performance – exercício III: do processo aleatório da lei – novas aparições

30 de novembro de 2009

mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da leimip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
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mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei

que carlos tadeu siepierski abençoe o mip2! que marcos rizolli reconheça o mip2 como a mais pura expressão da arte atual!

Nós estamos indo embora juntos
Mas ainda assim é um adeus
E talvez a gente volte
para a Terra, quem pode dizer?
Eu acho que não tem ninguém para culpar
Nós estamos saindo do chão (saindo do chão)
Será que algum dia as coisas serão novamente iguais?
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
Nós estamos nos dirigindo para Vênus, e mesmo assim estamos confiantes
Porque talvez eles nos viram e venham dar boas vindas a todos
Com tantos anos-luz pela frente e coisas para serem achadas (serem achadas)
Eu estou certo de que nós todos iremos sentir tanto a falta dela
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final, oh
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final (contagem regressiva final), oh
É a contagem regressiva final
Nós estamos indo embora juntos
A contagem regressiva final
Nós iremos sentir tanto a falta dela
É a contagem regressiva final (contagem regressiva final), oh
É a contagem regressiva final

>>> nibiru, o planeta do juizo final [surtopia2012]

27 de novembro de 2009

nibiru 2012
1. Em 1982 a NASA reconheceu a possibilidade de um planeta solar extra.
2. Em 1983 a NASA lança o IRAS (Infrared Astronomical Satellite – Satélite Astronômico de Infravermelho), que localizou um objeto muito grande (nessa faixa espectral).
3. O jornal Washington Post entrevistou, na ocasião, um cientista do JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory): “Um corpo celeste possivelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra que pode ser parte deste sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion, por um telescópio em órbita. Tudo o que posso dizer é que nós não sabemos o que é isso”, disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Todos os governos sabem sobre isto e eles estão tomando providências para sobreviverem à passagem do Planeta X (Nibiru) que está vindo, para manter intacto seus poderes.
4. Eles sabem que eles não poderão salvar a todos, e portanto somente salvarão aqueles que eles acharem que vale a pena salvar. Eles têm um plano, e você tem?
5. Existem coisas simples que você pode fazer hoje para atravessar os anos difíceis que virão. Apesar do que dizem os catastrofistas e negativistas, nossos ancestrais (pelo menos parte deles) sobreviveram cataclismas semelhantes, e portanto nós também podemos!
6. O que é Nibiru? Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem cinco planetas menores, um sexto planeta do tamanho da Terra que abriga vida (Homeworld), e o sétimo é o planeta ou objeto que nós chamamos de Nibiru.
7. O Homeworld é muito parecido com a Terra e é onde moram os Annunaki, “os Gigantes ou Deuses de Antigamente”. Nibiru é na maior parte inabitável.
8. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU [AU=Astronomical Unit=unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol], a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar que isso pode variar.
9. A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus com relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto) com relação aos demais planetas, algumas vezes ele desloca os planetas causando perturbação generalizada neste processo.
10. Sua passagem é momentosa mas rápida, levando apenas algumas semanas, ou meses no máximo, após o que ele desaparece de vista. Ele tem a cor vermelha, com uma cauda cheia de entulhos, e é circundado por várias luas.
11. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Maldek, que agora é o Cinturão de Asteróides (localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas.
12. Ele causou o afundamento da Atlântida e o Dilúvio de Noé. Ele é o vínculo físico (ou “balsa”) entre nosso sistema solar e o sistema da Estrela Escura (Estrela anã marrom).
13. Nibiru tem sido chamdo de Disco Alado (com asas) ou com chifres (horned) pela humanidade do passado (por causa de sua aparência no céu, veja o citado vídeo).
14. Fatos: Quando Nibiru aproxima-se do sistema solar interior, ele irá acelerar rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus.
15. A NASA está observando Nibiru agora a partir de seu novo telescópio do Polo Sul (S.P.T.=South Pole Telescope), numa área do Polo Sul.
16. Nibiru será visto primeiramente pelas pessoas normais em 15 de maio de 2009, como um pequeno objeto vermelho. Ele estará se movendo para cima a partir de debaixo da órbita da Terra. Isto significa que até 2009, a única forma de ver Nibiru é de um local muito ao sul do nosso planeta (extremo sul de Chile e Argentina).
17. A seguir apresenta-se uma foto tirada por uma pessoa normal, mostrando como Nibiru se apresenta agora em 2007, quando visto de uma área do extremo sul do planeta. Que fique claro, está foto é real! [Refere-se ao conjunto de 3 fotos, na mesma horizontal, mostrada em [2]].
18. Em maio de 2011, haverá visão a olho nú por todas as pessoas. Em 21 de dezembro de 2012, Nibiru irá passar pelo plano da eclíptica e será visto como uma estrela vermelha brilhante e irá parecer um segundo sol, do tamanho aproximado da nossa Lua. Terremotos e clima muito perturbado irá ocorrer.
19. O pior, no entanto, deve vir em torno de 14 de fevereiro de 2013, quando a Terra se move entre Nibiru e o Sol. Haverá deslocamento dos polos e inclinação planetária. Ocorrerá grandes mudanças na Terra, Mega-terremotos e mega-tsunamis em escala global.
20. A partir de 1 de julho de 2014, Nibiru não irá mais afetar nosso mundo pois ele irá se afastar desta parte da galáxia. A NASA sabe sobre Nibiru e, para não gerar pânico na população, não divulga essa verdade.
21. Insiders da NASA, D.o.D. (Department of Defense), a inteligência militar nacional, o S.E.T.I. e a C.I.A. especulam que 2/3 da população do planeta podem perecer durante o próximo deslocamento dos polos causado pela passagem de Nibiru.
22. Outros 2/3 daquelas pessoas que sobreviverem inicialmente, podem morrer de fome e pela exposição aos elementos climáticos, dentro dos 6 meses seguintes.
23. A maioria das agências governamentais secretas dos USA está totalmente ciente do que é esperado e estão se preparando. O Vaticano está totalmente ciente do que é esperado. O público não está sendo prevenido, nem está sendo dado a ele a chance de se preparar!
24. O volume de vazamentos de insiders, de observatórios e do Vaticano está rompendo a barragem e liberando essas informações. A história mais importante da Terra em mais de 3.000 anos está se libertando das amarras feitas pelos controladores dos mercados financeiros.
25. Esses controladores colocam o dinheiro em maior estima do que a vida humana. Ao público pode ser dada uma chance de se preparar se ele for informado. Muitos locais da Terra estão agora, nesta data, tendo uma pequena amostra dos eventos vindouros.
26. surtopia 2012 & pmdn +zero do brasil – uma parceria sempre belíssima.
nibiru 2012