Arquivo da Categoria ‘agenda’

ˆª macumba desenfreada: homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

25 de agosto de 2010

homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

retomando o +zero, voltamos com macumba completa e irrestrita: homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão, para o ser urbano. trata-se de projeto de instalação em forma de macumba. macumba sincrética sonora que surge de uma idolatria, um culto a imagens. a imagem materializada neste caso é composta por uma pequena base, um semi altar, onde repousam as figuras de dois pequenos preto-velhos (pai profeta e pai joão), ou pai-pretos (pai profeta e pai joão), dotados de características sonoras. a partir da concreção de algumas possibilidades emergentes de suas características sonoras surge um diálogo, uma troca, a construção de um lugar constituído por processos de comunicação. as entidades comunicam-se a partir do texto das cidades invisíveis, de italo calvino. trechos do texto invisível são intercambiados de forma recombinante. em meio a todos estes signos que giram está paulo henrique, o homenageado, a quem a macumba é devotada. paulo henrique, entidade cosmopolita, habitante invisível das grandes cidades, apresenta-se fenomenologicamente como a imagem de um mapa de uma pólis imaginária – fruto de seus processos inconscientes –, que serve de pano de fundo para a macumba. a intenção das preces dos preto-velhos, ou pai-pretos, é a exaltação deste ser urbano invisível, desencarnado na figura-mapa de paulo henrique. o diálogo-macumba-homenagem é intenso e ininterrupto. acompanham a instalação-macumba oferendas em forma de livro-arte-utilitário construído especialmente para o ritual que, seguindo a tradição de todo tipo de oferenda, será jogado ao abismo e ao esquecimento logo em seguida. em frente ao semi-altar os espectadores e visitantes poderão postar oferendas, para a glória dos preto-velhos, ou pai-pretos, e de paulo henrique, o homenageado. finalmente, a seguinte legenda estará presente:

homenagem a paulo henrique
pmdn +zero do brasil, 2010
instalação-diálogo-homenagem em forma de macumba
2 preto-velhos, ou pai-pretos, de cerâmica pintados, imagem fotográfica, base semi-altar, aparato eletrônico para a produção sonora, produção sonora

a instalação-diálogo-homenagem será realizada nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2010, no ser urbano.

homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão
homenagem a paulo henrique com pai profeta e pai joão

§¶ german alfonso nunez e rubens zaccharias júnior discutem os rumos da arte computacional

30 de julho de 2010

german alfonso nunez

infelizmente não temos fotos de todos, mas ontem german alfonso nunez e rubens zaccharias júnior, supervisionados por fabrizio augusto poltronieri, carlos tadeu siepierski e vagner muniz, discutiram profundamente os rumos da arte computacional no contexto da contemporaneidade. novas metas também foram traçadas. foi conversa deveras produtiva, onde saboreamos cerjeva bauhaus, pingas diversas de minas, linguiças e frango na brasa, ao som de vinis junto de cachorros e da companhia de jane, mulher de rubens. em breve novidades sobre o bonde da vigarice

•ª seminário no porto, com certeza

24 de junho de 2010

seminário imagens da cultura / cultura das imagens
do dia 30/06 ao dia 04/07 estarei no porto, participando pela terceira vez do seminário imagens da cultura / cultura das imagens, desta vez sem a presença abismal de pernite

a textolatria:
DO JOGAR E DO PROGRAMAR: UM NOVO REGIME DE PRODUÇÃO DE SENTIDO A PARTIR DAS RELAÇÕES ENTRE TEXTOLATRIA E MAGICIZAÇÃO
Fabrizio Augusto Poltronieri

O presente estudo busca dar alguma legibilidade ao momento contemporâneo em que a cultura e a civilização encontram-se, a partir da perspectiva quase-dialética de produção de sentido através das imagens criadas tendo como substrato um conjunto de textolatrias científicas. Essas imagens, ou tecno-imagens, representam, por serem frutos da ciência, uma abstração textual e apresentam o desafio, em forma de jogar desterritorializado, de serem decodificadas por mentes que não necessariamente possuem a chave do código necessária a tal decriptografia. No centro desta relação apresenta-se o conceito filosófico de jogo, elemento basilar para compreendermos o papel que a codificação textual tem na passagem do funcionário para jogador, o ser em estado estético que está em condições de ler, escrever e compreender as novas morfologias, sintaxes e semânticas textuais e imagéticas (mágicas).
Palavras-chave: Aparelho, jogo, texto, mágica, imagem

class HelloWorld {
static public void main( String args[] ) {
System.out.println( “Hello World!” );
}
}

Código Java para “Hello World” – usualmente o
primeiro programa que alguém escreve ao
aprender uma linguagem de programação

Os brinquedos mais avançados da atualidade são: C++ [néctar supremo], Pike, Java, Processing, PureData, Max/MSP, openFrameworks, GCC [mestre dos mestres] e toda a miríade vasta de compiladores e interpretadores encontrados nos recônditos mais conhecidos e nos cantos mais escondidos do mundo criado por Eles, pelos deuses e demônios – verdadeiros anjos – do renascimento pós-industrial: mundo em redemoinho dos aparelhos, brinquedos da liberdade. Brincar com eles é via de acesso para a libertação.
Estes deuses e demônios manipulam com seus baratos e descartáveis Sandbenders a quintessência cósmica: energia, em sua forma mais maleável: a luz. Manipulação que não envolve esforço físico, mas brincar lógico. Brincar de criar abrindo e fechando portas lógicas. Brincar de destruir controlando pulsos elétricos de baixas voltagens.
Assim se constitui o mundo humano hoje. O mundo da cultura. O mundo cujo modo de ser e aparecer é a forma lúdica do brincar desinteressado, mas ao mesmo tempo engajado em suas regras. O que seria contradição lógica, ou até mesmo ética – e portanto estética –, em outros tempos hoje dissolve-se no interior das caixas manipuladoras de luz: os aparelhos, abismos capazes de reunir de vez o desinteresse intuitivo de Schopenhauer com a vontade de potência de Niestzche, em experiências onde o sublime – tanto dinâmico quanto matemático – é alcançado pelo desvendar e dominar dos códigos responsáveis pela criação cósmica. Do cosmos que se expande ao ser sugado para dentro do abismo luminoso dos sagrados aparelhos, que realizam a mediação entre Eles – entre o céu e o inferno – e os mortais que sacrificam suas vidas nos templos que emanam luz. Sugamento reverso: queda em abismo luminoso.
Os antigos, que neste universo ainda estão vivos, bravejam suas maldições e antigos encantos contra os novos sacerdotes e seus cajados luminosos. Porém, ao contrário do que acontecia em tempos ainda recentes, as maldições entoadas apenas refletem nos espelhos – escudos protetores dos novos messias – e retornam com força máxima em direção aos profetas do passado, na forma irresistível de sedução luminosa. A luz, energia, é tão intensa e poderosa que cega até os mais protegidos pelo antigo manto conceitual sagrado – combatido já por Schopenhauer e capaz de realizar as associações mais transloucadas em nome da razão – e só resta a estes seres trabalharem para os aparelhos, em completa e absoluta narcose. Neste nível estão filósofos, artistas, acadêmicos, cientistas e demais neo-estruturalistas que insistem em querer encaixar – lançar suas pragas – em direção aos novos deuses e demônios. Ocorre que seus compartimentos, destinados a etiquetar os fenômenos com rótulos chamados de representação, sentido, significação, função, forma, certeza, estética, indústria cultural, experiência e jogo – entre outros buracos negros reproduzidos desde os tempos em que a escrita surgiu, rasgando imagens e querendo moldar o real a sua forma – não suportam mais as hiper categorias promovidas pela hibridização constante do incansável facho de luz. As velhas magias perderam o efeito. Os obsoletos castelos poderosos ruiram e os nobres que os habitavam perderam completamente o sentido [o que é sentido diante da luz cegante?]. Em suma: suas doutrinas foram assimiladas e não doutrinam mais. O brinquedo antigo quebrou.
Os novos brinquedos, criados e movidos pela luz, funcionam em loop, repetição ad infinitum, ciclo tão bem conhecido e descrito já por Heráclito, nos séculos VI e V antes da conhecida era cristã, ocidental e linearizante – por ser era escrita –, sendo os cristãos – herdeiros das tábuas sagradas recebidas no monte Sinai por Moisés – reconhecidos iconoclastas.
A luz se articula a partir de jogo simbólico combinatório, permutacional. O novo velho jogo da linguagem lança-se, da maneira como quis Foucault, como vigorosa trama sobre o mundo dos homens, que tentam encobrir o real com seu véu – artifício feminino – chamado linguagem: nominalismo, linguagem – não apenas língua – e realidade. Ou seria fantasia (re)combinatória?
O caráter construtivo, e constitutivo, da linguagem se desnuda com a luz. O novo bravo mundo se revela construído por lógicas de comparação simples, em seus núcleos, mas complexas em seus efeitos; dados variáveis já declarados em escopos e tipificações definidos; dados constantes que moldam parâmetros e regras de percepção – e consequentemente do jogar –, ou da atualização das possibilidades e necessidades do jogo. Iterações em ciclos que se repetem até condições algoritimicas específicas serem cumpridas. Regras sob o julgo constante e incansável de um elemento essencial, mas que foi negado por séculos pelos primitivos: o acaso.
Estes primitivos guerreiros – com suas pesadas armaduras e seus escudos formados pela incansável textolatria – foram impulsionados, na era pós-Gutenberg, pelo aparentemente interminável processo de escurecimento técnico do papel, que consistia em criar fôrmas para cópia e tingir com tinta o suporte, de modo cada vez mais rápido e eficiente. A indústria do mass media, tão criticada pelos velhos e persistentes combatentes alemães – todos sabem os seus nomes, pois suas doutrinas já ineficientes ainda são repetidas à exaustão até hoje –, começou muito antes do que o pensar raso pode supor.
Tinta sobre papel. Qual é o efeito da luz constante sobre esta dupla? Verdadeiro iluminismo, rápida borracha que não deixa vestígios, marcas. O pigmento não resiste à luz. Desfaz-se. O processo iniciado por Gutenberg – depositar tinta sobre papel rapidamente e repetidamente –, configura e molda literalmente a era conhecida como moderna, carregando em si seu próprio veneno, já que embora o objetivo mestre deste processo seja a imortalidade, alimentada através da reprodução técnica sólida e paralizante, os modelos – formas de pensar – já anunciavam a luz, a liquidez: eram móveis. Tal mobilidade atravessa séculos para ser percebida de modo atento, pois adotou estratégia de camuflagem: escondeu-se por trás do manto da imortalidade. Esperou pacientemente a chegada dos aparelhos e dos novos cowboys – deuses e demônios –, hackers e crackers.
Gutenberg dá forma a máquina, a base para um mundo conceitual e físico que absorve luz. A máquina engole energia. É buraco negro no sentido cósmico. Começa com a idéia de iluminar, mas o irreversível processo entrópico a que está subjulgada leva a sua morte, ao desaparecimento do sistema maquínico. E ao desaparecimento de tudo o que gira a seu redor. A máquina suga a si mesma e a tudo o que produziu. Morre porque permaneceu estancada em sua eterna loucura e incansável guerra por manter sua lei e impô-la aos homens. Homens subjulgados pelo aspecto maquínico linearizante. Repetição não-algoritimica, pois não se atualiza. Não joga. Simplesmente racha, por ser rígida. Não percebe que a única salvação para estancar o sangramento, hemorragia que escorre pelas rachaduras, é o diálogo com o acaso. A máquina e o tipo de pensamento que a criou estão dominados pela sensibilidade do séc. XVII.
A passagem de um modo de ser e sentir infinito, marcado por similitudes como o séc. XVI, para um jogo finito dá-se no século seguinte, XVII, onde a ciência, finalmente, instaura-se como o modo de pensar dominante e ajuda a sedimentar as bases do que conhecemos como modernidade: este grande período que intentou controlar absolutamente as possibilidades nos diversos campos do saber a partir da ciência: processo de negação do acaso, a partir de conjuntos de juízos considerados seguros. Generalização, já que não se conhece, pelo método científico, o ser complexo das coisas, mas sim a maneira como estas podem ser conhecidas pelo estabelecimento de relações: razão.
Portanto os antigos, mestres das máquinas e dos processos de absorção da luz, temem o acaso. Temem os novos deuses e demônios – anjos – que singram o tempo/espaço em seus pégasus velozes, pois estes não absorvem luz. Emitem luz. São fontes da energia primeira e incansável. Voam através das novas versões que não se pretendem imortais, mas absolutamente efêmeras: alpha, beta, 0.1, 0.2, 0.3, 1.0, 1.5, 2.0, 2.2.1. A mobilidade se desfaz do manto da imortalidade. Mostra, com toda força, seu verdadeiro modo de ser. Da absorção (máquina) para a emissão (aparelho) de luz. A luz anseia a onipresença fugaz: girar rapidamente por tudo: cegar, como no mito platônico da caverna, quando um dos acorrentados se livra e contempla a realidade exterior – o mundo verdadeiro das Idéias – e a luz faz com que seus olhos sintam dor de um modo insuportável, cegando-o. Lentamente, porém, este ser passa a ver as sombras; em seguida as imagens das coisas e, finalmente, as próprias coisas. Pode, livre pela luz, ver o céu noturno, admirar-se com as estrelas e com a lua; deslubrar-se com o amanhecer – o espetáculo do sol – e com a vivacidade de um mundo antes inimaginável.
Neste jogo luminoso só brinca quem sabe programar, quem transferiu sensibilidade e intuição para a ponta dos dedos – órgãos mais sensíveis no jogo de manipulação simbólica da luz. O jogador é programador, não mero funcionário passivo. Não senta-se em arquibancada para, de maneira anestesiada, vislumbrar o que acontece na arena. Ao contrário, participa efetivamente da narração simbólica – conjunto de ações que se desenvolvem em espaço/tempo agora luminoso.
Quem programa – joga – é deus ou demônio: destrói ou cria com a ponta dos dedos: cria relacionamentos; constrói e destrói objetos; lembranças e heranças, propriedades e ações. Atua de maneira intuitiva e, a partir da intuição – acaso – faz, ou desfaz, universos regidos por leis. Domina três campos: o morfológico – forma –, o sintático – estrutura – e o semântico – significado.
No domínio da morfologia, o jogador trabalha com desinformação e informação, ou informação e desinformação, em eterno retorno. Os aspectos sintáticos referem-se à lógica, razão em forma de pensamento estrutural, responsável por dispor os elementos gramaticais das linguagens que possibilitam o brincar com a luz de maneira convencional mas, ao mesmo tempo, poética: com pouco se diz muito e há beleza no que se diz. Beleza matemática e dinâmica.
Semanticamente têm-se campo aberto, fértil e disponível para a colheita recombinatória advinda do plantio realizado nos aspectos morfológicos e sintáticos. Domínio da recombinação, cujo modo de ser é o da loucura, e o modo de ser desta é o daquela: “O louco reúne todos os signos e os preenche com uma semelhança que não cessa de proliferar [...] o louco carrega todos os signos com uma semelhança que acaba por apagá-los” (Foucault, 2002:68). A loucura, que Schopenhauer diz ter identificado muitas vezes com a pura genialidade.
Novamente loop: eterno retorno: tempo de magia: arte: espaço para imaginação. Imaginação é abertura para a reconstrução de histórias a partir de fragmentos da memória – descontinuidade, portanto pensamento imagético, que o cinema tão bem explorou. Loucura, no sentido de atribuir sentido a partir de fragmentos desconexos, unidos somente pelo jogo dos jogos: manipular simbólico da luz.
Os aparelhos, através da mágica da digitalização e da magia dos novos brinquedos, se esvaziam e se preenchem constantemente, exigindo nova velha lógica: a de desinformação, do perder a forma para rapidamente adquirir outra. Forma abstrata, fruto da lógica dos novos brinquedos: os softwares.
É fato que os antigos tem vontade de se portarem como os novos, os que carregam os cajados luminosos. Porém, a preguiça e a insegurança em voltar a brincar – reaprendizado – bloqueiam, paralizam suas ações. Resta bravejar antigos insultos aos jogadores, entres eles o mais mesquinho e sem fundamento de todos: que este jogar com a luz é mero jogar técnico, despido de caráter poético, humano: que o manipular dos novos jogos – com suas regras em constantes mudanças – não passa de pirotecnia adolescente que logo será esquecida em prol da volta do bem pensar e do bem jogar. A luz é tão forte que os impede de ver que neste novo jogar o papel da técnica é colocado em segundo plano, estando a serviço de um pensar híbrido, sofisticado, não compartimentado por excelência. A preguiça das mentes quase exauridas as leva a perceber apenas o mero default, o jogo em seu estado mais frágil, superficial e preguiçoso.
A luz traz espaços infinitos de apresentação, onde a idéia se livra do representar, do fenômeno, das coisas, e penetra em abismo sugador, espiral sem fim, ligada a pontos nodais infinitos: hiper apresentação. Dada uma iluminação clara e límpida, todas as partes e relações se tornam plenamente visíveis, em sintonia com uma beleza extremamente profunda e tocante: “A luz é o mais aprazível das coisas, uma vez que é a condição e o correlato objetivo do mais perfeito modo de conhecimento intuitivo” (Schopenhauer, 2001:143).
A manipulação mais sofisticada é, portanto, o jogar com a luz, energia, que atualmente encontra-se em expansão nas memórias coletivas digitais – entornos dos espaços infinitos de apresentação, trazidos à realidade pelos novíssimos brinquedos: linguagens de programação.
Schiller (1995:83) afirmou: “O homem joga somente quando é homem no pleno sentido da palavra e somente é homem pleno quando joga”. Não seria exagero, entretando, dizer: O homem contemporâneo só é homem pleno se programa, se joga o jogo luminoso.

Referências bibliográficas
FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
GIBSON, William. Count Zero. São Paulo: Aleph, 2008.
_______________ Idoru. São Paulo: Conrad, 1999.
SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem. São Paulo: Iluminuras, 1995.
SCHOPENHAUER, Artur. Metafísica do belo. São Paulo: UNESP, 2001.

cartaz seminário imagens da cultura / cultura das imagens

πø vanessa dança jazz, mas trabalha no bar

6 de junho de 2010

é artista

∫© hipersatanismo 0.1

6 de junho de 2010

transvestimento

˙¨3 anos de pmdn +zero do brasil!

23 de maio de 2010

3 anos

o +zero completa, neste maio, 3 anos de existência divina, abençoada. embora um tempo tenha sido dado nas atividades de cunho +zerístico, em breve tudo se resolverá, com fé suprema

geral

^\ mip2 – manifestação internacional de performance – exercício III: do processo aleatório da lei – novíssimas aparições abençoadas por marcos rizolli

30 de novembro de 2009

mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
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mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
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mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei

rolê da pilantragem a milhão. quem pode parar o pmdn?

_¨ rolê da maloqueragem umbandista em belo horizonte: mip2 – manifestação internacional de performance – exercício III: do processo aleatório da lei – novas aparições

30 de novembro de 2009

mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da leimip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei
mip2 - manifestação internacional de performance - exercício III: do processo aleatório da lei

que carlos tadeu siepierski abençoe o mip2! que marcos rizolli reconheça o mip2 como a mais pura expressão da arte atual!

Nós estamos indo embora juntos
Mas ainda assim é um adeus
E talvez a gente volte
para a Terra, quem pode dizer?
Eu acho que não tem ninguém para culpar
Nós estamos saindo do chão (saindo do chão)
Será que algum dia as coisas serão novamente iguais?
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
Nós estamos nos dirigindo para Vênus, e mesmo assim estamos confiantes
Porque talvez eles nos viram e venham dar boas vindas a todos
Com tantos anos-luz pela frente e coisas para serem achadas (serem achadas)
Eu estou certo de que nós todos iremos sentir tanto a falta dela
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final, oh
É a contagem regressiva final
A contagem regressiva final
A contagem regressiva final (contagem regressiva final), oh
É a contagem regressiva final
Nós estamos indo embora juntos
A contagem regressiva final
Nós iremos sentir tanto a falta dela
É a contagem regressiva final (contagem regressiva final), oh
É a contagem regressiva final

DO ASPECTO DA SALVAÇÃO NA ARTE: UMA REFLEXÃO PARA A JUVENTUDE

26 de novembro de 2009

paulão13

São Paulo, 26 de novembro de 2009.

Caros Compatriotas,

Gostaria, neste pequeno texto, de abordar um tópico essencial no que tange à experiência de estar no mundo através da ótica humana: a busca pela salvação: e a busca pela salvação especificamente pelo viés estético: a práxis e a contemplação do fenômeno artístico. Observamos, cotidianamente, o fascínio que a arte exerce, em forma de sedução, nas mentes mais diversas. A juventude contemporânea, fruto direto das experiências pós-pop, encara este fascínio em duas frentes, que são distintas mas que se confundem e complementam-se: um aspecto de puro trabalho, sendo portanto marxista, e outro de pura diversão, sendo assim niilista. Os jovens e as jovens buscam salvar-se pela arte no ponto de encontro, de puro tensionamento, entre marxismo e niilismo. Nada entendem disso, e esta pouca compreensão é a base do nada sobre o qual funda-se a salvação dos jovens e das jovens pela arte. Como sabe-se, a juventude refuta seu aspecto juvenil, primaveril. Tenta esconder-se por trás de um manto – artefato feminino – roto de sabedoria que não existe. Sentem-se ofendidos ao serem chamados de jovens. Pedem para que isso cesse. Com esta atitude bestializada apenas perdem tempo de vida e oportunidades de iluminar um mundo cada vez mais velado. Sentem uma atração pela obscuridade doentia, assim como as baratas sentem pelo açúcar. Como salvação, tentam encontrar na tensão entre trabalho e despreocupação – curtição – a superação de um modo de vida doentio. Querem ser artistas. Afirmam: EU QUERO SER ARTISTA, sem nem saber a gravidade que esta afirmação contém em seu cerne. Querem ser capas de revistas da moda, aparecer em comerciais de televisão, ganhar premiações em Cannes, transa com meio mundo de forma descartável. A arte, entretanto, não pode salvar estes jovens e estas jovens, dominados pelo rivotril, droga das drogas. Dominados pelo ácido. Dominados pela erva. Dominados pelo lisergismo acanhado. Dominados pelo MD. Dominados pelo rock sujo. Dominados pelo hálito de pinga barata. Dominados pela sensação falsa de liberdade existente em voltar de ônibus bêbado e vomitado para casa as 8 da manhã. Jovens que anseiam em alcançar a arte, mas que estão somente preocupados em sua auto-afirmação, em mostrar que seu estar no mundo tem alguma importância. Infelizmente – ou felizmente – tais bestas absolutamente nada entendem da esfera do novo, do frescor com que a arte se preocupa. As mentes jovens estão contaminadas pelo design e pela publicidade: pelo lixo, por estas doenças atuais que corroem e envenenam o pensamento correto, a corretude, e a vivência dos que se acham auto-suficientes. Contradição, já que a auto-suficiência, em termos cósmicos, é inviabilizada pelo pensamento complexo sistêmico organizador. Só é possível auto-suficiência no campo da arte, campo que estes jovens não estão preparados para enfrentar, com seus miserentos papéizinhos coloridos. A juventude está perdida, trancafiada, em si mesma: não constitui kósmos. O que poderia ser uma aproximação com a arte revela-se afastamento: pólos invertidos: inversão polar. Para que a arte possa salvar é necessário banhar-se em seu límpido rio. É necessário aceitar Duchamp, filiar-se ao seu jogo de xadrez. Mas não: a juventude não concorda com a recombinação sígnica, com o constante estado de in-venção, com o recorte Duchampiano. Acham confuso e sem valor. Por isso vivem deslocados, em estado de deslumbramento constante. Em hipnose. Deslumbram-se a cada nova moda lançada, a cada efemeridade que materializa-se. E assim vão vivendo, cada vez mais distantes da verdade que a arte traz de maneira pura e límpida. Querem ser artistas. Querem a verdade. Mas não podem alcançar nem uma coisa nem outra. A juventude atual quer ser levada a sério, aspecto incompatível com a arte e a possível salvação surtotópica que esta oferece. O que esta juventude, envelhecida, considera arte é mera aguaceira fenomenológica.

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

smirnoff

Smirnoff – eu estava lá

Cara, sensacional.. essas propagandas novas da Smirnoff com o tema “eu estava lá” achei geniais as do Brasil mas se liga na propaganda dos EUA.. gravaram essa em Los Angeles. ahahahahha divertidoooo também querooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!

•¶ transe total – raphinha, picolau e artur matuck drum kit campeão do mundo

20 de novembro de 2009


delírio em transe total

,: surtopia plena nibiru 2012: primeiras imagens do artur matuck drum kit – triunfo completo – abciber 2009

1 de novembro de 2009

artur matuck drum kit
zimbabue artur matuck drum kit
zimbabue artur matuck drum kit
zimbabue artur matuck drum kit
zimbabue artur matuck drum kit
zimbábue e artur matuck: sintonia total no final dos tempos. zimbábue: terra da arte e tecnologia.

2009 > ano do triunfo ∞ abciber & artur matuck drum kit

31 de outubro de 2009

2009 se estabelece como ano do triunfo do plano. ocupamos os espaços de maneiras até então inimaginadas. o negócio é ocupar os espaços. artur matuck drum kit aprovado para exposição no simpósio da abciber. tudo isso é produto automático de uma prática animalizada por nós exercida com total prazer e fervor. é prazer, fervor, divertimento e sacanagem. os artigos de fabrizinho e raphinha também foram aceitos para apresentação oral.  o negócio é crazy tape mil grau.

a propostinha:

ARTUR MATUCK DRUM KIT

Memorial de exposição apresentado ao eixo temático “Estéticas e ciberarte”, do III Simpósio Nacional da ABCiber.

pmdn +zero do Brasil é configurado por:

Fabrizio Augusto Poltronieri[1]

German Alfonso[2]

Jonattas Marcel Poltronieri[3]

Raphael Dall’Anese Durante[4]

Resumo

Partindo da idéia de que a vasta obra de ARTUR MATUCK reorganiza e agrega idéias dos campos da arte, da filosofia e da comunicação provenientes dos mais importantes pensadores, artistas e acadêmicos, o pmdn +zero do Brasil pretende construir parafernalha que possibilita a recombinação áudio visual de títulos de entidades que representem a convergência afuniladora do pensamento matuckiano. Assim, nosso propósito é oferecer bateria interapactativa espiralóide. elovupion sourje.

Palavras-chave

Artur Matuck; drum kit; funil; jogo; espiral

Memorial de exposição

O pmdn +zero do Brasil torna público, através deste, a instalação aberta a participação pública ARTUR MATUCK DRUM KIT, obra interativa que presta homenagem ao artista e acadêmico Brasileiro, pioneiro no campo da arte tecnológica: ARTUR MATUCK.

Seu vasto currículo impressiona: “ARTUR MATUCK tem atuado, no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Europa, como professor, pesquisador, escritor, artista plástico, diretor de vídeo, performer, produtor de eventos de telearte e mais recentemente como filósofo da comunicação contemporânea e organizador de simpósios internacionais. Desde 1977, tem apresentado conferências, oficinas, e projetos, nacional e internacionalmente, em tópicos diversos tais como Artes Mediáticas, Arte e Tecnologia, Telecomunicações e Artes, Televisão Interativa, Arte Performance, História da Arte, Arte Combinatória, Direitos Autorais, e Criação Textual Computacional. Em 1984, no Brasil, inicia carreira universitária, assumindo a disciplina de Multimídia e Intermídia no Departamento de Artes Plásticas na Escola de Comunicações e Artes da USP. Atualmente ministra disciplinas de Comunicação Digital no Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo também da ECA-USP. Atua ainda como professor-orientador nos programas de pós-graduação em Ciências da Comunicação e em Estética e História da Arte ambos da USP. Sua produção artística tem sido exibida nas Bienais de São Paulo em 1983, 1987, 1989, 1991 e 2002. Em 1990, recebeu o prêmio na categoria video-arte da Associação Paulista dos Críticos de Arte. Em 1991, foi artista visitante no “STUDIO for Creative Inquiry” na Carnegie Mellon University, em Pittsburgh, onde produziu Reflux, um projeto mundial de telecomunicação e arte, considerado pioneiro da produção estética colaborativa em redes. ARTUR MATUCK é o criador e propositor de Semion – um Sinal Internacional para Informação Liberada, uma proposta alternativa às instituições da propriedade intelectual e que representa uma contribuição aos debates acerca da informação na era eletrônica. Desde 1995, desenvolve pesquisas sobre as formas híbridas de criação textual co-autorada entre agentes humanos e sistemas computacionais, através do Projeto Literaterra/Landscript. Desde 2002 tem organizado o Simpósio Internacional de Artemídia e Cultura Digital, intitulado Acta Media, na Universidade de São Paulo. De Julho de 2006 a Junho de 2007, realizou estagio de pós-doutorado no Laboratório NT2 (Novas Tecnologias, Novos Textos) da Universidade do Quebec em Montreal, Canadá. Sua produção teórica tem sido publicada nos EUA através do periódico Leonardo, publicação oficial da Sociedade Internacional de Arte, Ciência e Tecnologia”.

O projeto parte da idéia de que a vasta obra de ARTUR MATUCK reorganiza e agrega idéias dos campos da arte, da filosofia e da comunicação provenientes dos mais importantes pensadores, artistas e acadêmicos. É, portanto, ampla produção agregadora, espécie rara de funil, quase buraco negro, para onde o pensamento sofisticado destes pesquisadores converge. É como se ARTUR MATUCK fosse uma estrela maior, que irradia luz e organiza, em forma de sistema, estes pensadores. Temos aqui constituído o aspecto macroscópico de seu pensar e agir. Microscopicamente, a mente de ARTUR MATUCK aparece ao mundo na forma de núcleo de átomo – núcleo atômico – que mantém a produção intelectual mundial orbitando em camadas ao seu redor. São esses dois modos de aparecer e de ser de ARTUR MATUCK – o modo macroscópico e o modo microscópico – que possibilitam o plano existencial do ARTUR MATUCK DRUM KIT. O centro do projeto é uma bateria – instrumento de percussão – composta por 5 peças: bumbo, caixa, 2 tom-tons e surdo. Junto a bateria repousam um banco e um par de baquetas-fera, itens necessários para que o público sinta-se a vontade com a bateria. O set de bateria montado é, na realidade, uma metáfora que permite acessar os dois níveis, já descritos, da essência de ARTUR MATUCK: o nível estrelar-macroscópico e o nível atômico-microscópico. O projeto-instalação-áudio-visual processa-se da seguinte maneira: cada peça da bateria conta com um pequeno sensor-piezo, que é acionado toda vez que a peça correspondente sofre a ação mecânica ocasionada pelo golpear de uma baqueta em sua superfície. Fios ligam cada sensor a um microcontrolador que, por sua vez, está conectado a um computador com sistema de amplicação – caixas de som – e projetor. ARTUR MATUCK é o elemento central, organizador. Ao ser acionado o bumbo, emite-se o som da palavra “ARTUR”, com a imediata projeção da metade de sua face, correspondendo ao lado esquerdo, na parede em frente da bateria. A palavra “MATUCK” está mapeada na caixa que, acionada, reproduz o som da palavra e projeta a metade direita da face de ARTUR MATUCK na parede em frente da bateria. O bumbo e a caixa possuem valores imutáveis e, justamente por serem as peças utilizadas com maior frequência, correspondem a ARTUR MATUCK. As outras peças são mapeadas de maneira randômica, sempre com o primeiro nome ou o sobrenome de algum importante artista, filósofo ou pensador. O que processa-se a partir de então, é jogo recombinante entre a subjetividade do interator e a mente de ARTUR MATUCK, da qual a instalação é um simulacro. Acionando as peças em composição diversa, dá-se origem a metamorfoses, hibridizações do pensamento destas grandes mentes em uma narrativa áudio-visual. A instalação dá origem a seres como “ARTUR SANTAELLA”, “SÉRGIO SIEPIERSKI”, “KANT VILÉM”, “NORVAL IVO”, “FLUSSER ARISTÓTELES”, “MATUCK GADAMER”, “BAIRON PASCAL” e assim por diante.

Para a realização do projeto são necessários os seguintes recursos: Projetor, sistema de som, bateria, microcomputador espiralóide e sala. O pmdn +zero do Brasil irá fornecer bateria, os sensores, o microcomputador espiralóide e os elementos formais (áudio e vídeo – sistema de som e projeção). O fornecimento do elemento “sala” fica à cargo da organização do ABCiber, lembrando que, para a montagem satisfatória do instrumento bateria, posicionamento de aparato sonoro e projetivo, a aparelhagem completa demanda espaço mínimo de 25m2.


[1] Fabrizio Augusto Poltronieri é professor universitário nas áreas do design e da arte. Conclui o doutorado em Comunicação e Semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde pesquisa relações entre o acaso e a arte computacional. Pode ser contactado pelo email fabriziopoltronieri@gmail.com

[2] German Alfonso é doutorando, mestre em artes digitais e pós-graduado pela University of the Arts London, Camberwell College of Arts e Central Saint Martins College of Art and Design respectivamente. Sua pesquisa atual concentra-se nos processos sociais de legitimação envolvidos no desenvolvimento e surgimento de novas formas artísticas, em especial as Artes Digitais. Seu email é: gancgana@gmail.com

[3] Jonattas Marcel Poltronieri é designer e diretor do estúdio Índice, onde desenvolve trabalhos com design interativo, moda e tecnologia. Pode ser contactado pelo email jonattas@indicedesign.com

[4] Raphael Dall’Anese Durante é mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2009), com a dissertação “Considerações sobre o caráter da liberdade no jogo entre homem e aparelho”. Desde 2006 atua junto ao pmdn intitulado +zero do Brasil – www.maiszero.org. Pode ser contactado através do email raphaeldallanese@gmail.com

artur matuck

/% milianos – sesc paulista

27 de outubro de 2009

+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista
+zero sesc paulista

fotos resgatadas do celular do aliado chan. retratos de um tempo alegre, descontraído e inocente. +zero na avenida paulista, no sesc paulista. isso, claro, aconteceu em uma época anterior a presença dos ratos que tomaram completamente o sesc. imagina o mano bombadinho chamar a gente pra fazer isso hoje! rolê da maloqueragem projetiva.

não sei qual que é, se me vê dão ré

>/ proto protocolamento

25 de outubro de 2009

protocolo
na imensidão do post anterior, esquecemos de mencionar o trabalho PROTOCOLO, do mano artista PAULISTA fabiano marques, que gentilmente nos abriu microfone.

basicamente, era trabalho auto-explicativo que consistia em:

Protocolo significa algo ou alguém que se pré-dispõe a por algo ou alguém como pronto a ser utilizado ou requerido de certa forma pré-concebida, através de recursos a ele atribuídos, ou ainda, é a padronização de leis e procedimentos que são dispostos para a execução de uma determinada tarefa.
Comumente, as regras e cerimónias de Estado são chamadas de Protocolo, ou cerimónias protocolares.”

portanto, era trabalho estadual (conclusão por inferência lógica)

ø¬ bienal do mercosul 2009 – musicircus – street fighter iv vendado

24 de outubro de 2009

street fighter iv vendado – musicircus – bienal do mercosul 2009 from +zero on Vimeo.

tá ai o sf iv vendado do +zero do brasil. agradecemos: caroline menezes, nanase, karl marx, eagle, lavanderia psicodélica de charlie chan, ryu, nicolau centola, garuda, kelly ramos, ken, sagat, cammy, german alfonso (pai), retsu, e. honda, mike, adon, real palace hotel porto alegre, birdie, rufus e o mano carioca da performance que gentilmente nos acolheu em seu show performático, mas esquecemos o seu nome! sintam-se abraçados

DA INCOMPREENSÃO DO MODO DE SER DA ARTE

22 de outubro de 2009

paulão13

São Paulo, 22 de outubro de 2009.

Caros Compatriotas,

Por mais de uma vez já expressamos amplamente nossas concepções sobre o status da arte. Na realidade tais concepções não são meras opiniões, coisas sem valor. Ao contrário, tratam-se de uma compilação epistemológica avançadíssima, destilada pelas mentes mais privilegiadas que nesta terra viveram. Estas concepções nos apontam claramente a arte como o supra sumo da irrestrição ampla. Nada deve dizer ao artista a respeito de sua produção ou conduta no que é chamado de circuito das artes. É por isso que toda vez nos causa grande espanto e dissabor a constatação de que o referido circuito está cada vez mais impregnado por proibições insensatas. Nada se pode fazer neste circuito sem a expressa permissão de mentes completamente abiloladas. Não se pode jogar bola, não se pode beber, não se pode transitar livremente, não se pode intervir. Entretanto, o uso de rivotril é liberado, assim como o uso de tóxico em pó no banheiro. A chamada classe artística está conformada em um plano geral, pois trata-se de classe, e não de individualidade. Falam de interferência destrutiva e de desrespeito ao que consideram trabalho. Ai está o erro, como apontamos no post anterior. São vadios que se consideram trabalhadores. São inúteis que acham ter algum tipo de veia poética. Este tipo de compreensão equivocada a respeito do ser da arte permite o livre trânsito de vermes vigaristas marxistas, que se escondem nos buracos quentinhos e imundos que o circuito das artes proporciona. São patrulhadores ideológicos em espaços que deveriam ser livres, mas que são dominados pela condição do absoluto não.

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

marxismo vigarista

MARXISMO, VIGARICE E ARTE

19 de outubro de 2009

paulão13

São Paulo, 19 de outubro de 2009.

Caros Compatriotas,

O +zero surgiu da necessidade de materialização de um constante estado de invenção lúdico, dai o aspecto puramente desinteressado e fantasioso das proposições apresentadas pelo grupo. Não há preocupação com o trabalho no sentido marxista do termo, que impregnou a concepção equivocada de arte dos que costumam se apresentar no circuito das artes. São todos vigaristas marxistas que pensam produzir objetos através do trabalho para depois serem alienados pelo próprio trabalho. Esta visão vigaristóide está simbiotizada com a produção, crítica e fruição da arte equivocadamente confundida com labuta. A arte é anterior ao trabalho e isto lhe confere a autonomia necessária. Por isso o +zero do brasil e seus integrantes não vivem de arte, não ficam esperando editais ou reclamando que o governo não disponibiliza mais recursos para o circuito das artes, que é o circuito do vigarismo. Não da vigarice ficcional, que surge do constante estado de invenção lúdico que constitui a fonte primária da arte, sua causa formal em sentido aristotélico, mas sim da vigarice marxista que tenta fragilmente transmutar-se em filosofia. Por isso, e por coisas mais, o aspecto marginal favelado satanista do +zero. Quem isso entender e interiorizar terá automaticamente sua alma salva da completa capoeira do zimbábue.

paulão 13
[ manager ]
[ paulao13@maiszero.org ]
[ pmdn +zero do brasil sil sil sil sil ]
[ http://www.maiszero.org ]

marx

;> quebrando pra porto alegre

16 de outubro de 2009

grêmio imortal tricolor

pdc! indo de novo pra terra do imortal tricolor, clube de tantas glórias. em ocasião da sétima bienal do mercosul, onde o pmdn irá apresentar o monumental trabalho “street fighter IV vendado”

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Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver

Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver

50 anos de glória
Tens imortal tricolor
Os feitos da tua história
Canta o Rio Grande com amor

Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver

Nós como bons torcedores
Sem hesitarmos sequer
Aplaudiremos o Grêmio
Aonde o Grêmio estiver

Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver

Lara o craque imortal
Soube seu nome elevar
Hoje com o mesmo ideal
Nós saberemos te honrar

Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo e que nós estaremos
Com o Grêmio onde o Grêmio estiver

˚¬ +zero do brasil – 7ª bienal do mercosul – musicircus – john cage

13 de outubro de 2009

sf iv vendado

É com muita satisfação que informamos a seleção do(s) seu(s) trabalho(s) abaixo para o Musicircus, de John Cage, na 7ª. Bienal do Mercosul:

- Street Fighter IV Vendado

O Musicircus acontecerá no armazém A7 do Cais do Porto, em Porto Alegre – RS, no dia 17 de outubro, próximo sábado, das 17h às 20h. No arquivo anexo você encontra o núcleo onde sua performance será realizada. Pedimos para que chegue no local com 40-50 min de antecedência e procure um dos mediadores.

Ressaltamos que a participação de todos os selecionados do Musicircus foi espontânea e o resultado foi definido através de uma operação de sorte, baseada no método I-Ching. Tanto as obras selecionadas, quanto os trabalhos dos artistas e os próprios artistas foram selecionados ao acaso e não será possível alterar sua posição no núcleo definido. Pedimos para que retorne esta mensagem confirmando sua participação.

Jorge Azevedo

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o projeto abismalóico “mente matricial de vilém flusser” foi demais pro povo do sul. por enquanto tá mais do que bom!

!@ #8.ART brasília, unb: resumão da ópera

20 de setembro de 2009

diana domingues

diana domingues suzete venturelli eagles of death metal favela calor andança transloucada sepultura artistas e kant flusser schiller interfaces processing variáveis com nomes de filósofos beiruth aprender a viver com as diferenças gol falta de táxi shopping unb meia dúzia de nêgo hotel nacional congresso mambembe funfarra sobradinho esplanada seu lula gente feia capoerismo zimbábue

suzete venturelli